Notícias femininas no Brasil e no mundo| Elas e Eu https://elaseeu.com.br/ Portal de notícias femininas no Brasil e no mundo com histórias reais, comportamento, saúde, carreira e empoderamento feminino. Tue, 10 Mar 2026 17:15:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.3 https://elaseeu.com.br/wp-content/uploads/2025/09/favicon-32x32-1.png Notícias femininas no Brasil e no mundo| Elas e Eu https://elaseeu.com.br/ 32 32 Servidoras da Sejusc dedicam atenção na linha de frente de acolhimento e proteção no estado https://elaseeu.com.br/dia-internacional-da-mulher-servidoras-da-sejusc-dedicam-atencao-na-linha-de-frente-de-acolhimento-e-protecao-no-estado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=dia-internacional-da-mulher-servidoras-da-sejusc-dedicam-atencao-na-linha-de-frente-de-acolhimento-e-protecao-no-estado Sat, 07 Mar 2026 17:46:42 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2853 Profissionais destacam a importância do acolhimento humanizado e trabalho diário da rede proteção

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Em celebração ao Dia Internacional da Mulher, neste domingo (08/03), a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) destaca a atuação das servidoras da Secretaria Executiva de Políticas para as Mulheres (SEPM). Diariamente, elas realizam acolhimento, orientação e encaminhamento de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Nesse contexto, essas profissionais integram a linha de frente da rede de proteção. Entre as atividades desenvolvidas estão a escuta qualificada, a orientação sobre direitos e o direcionamento para serviços especializados.

De acordo com a secretária executiva da SEPM, Syrlan Picanço, essa atuação é indispensável para o funcionamento da política pública voltada à proteção feminina no estado.

Ela ressalta que o trabalho desenvolvido possui papel estratégico na garantia de direitos e no fortalecimento da rede de apoio.
“As servidoras que atuam na SEPM são muito preparadas para esse serviço de acolhimento e proteção. Elas são peças essenciais em todo o trabalho desenvolvido pela secretaria”, afirmou.

Além disso, a secretária explica que a estrutura de atendimento reúne diferentes iniciativas voltadas ao suporte e à segurança das mulheres. Entre elas estão o Serviço de Apoio Emergencial à Mulher (Sapem), equipes multidisciplinares compostas por assistentes sociais e psicólogas, bem como o atendimento ofertado pela Casa Abrigo.

Ela também observa que esse cuidado ocorre de forma permanente, e não apenas em datas simbólicas.
“O atendimento e o acolhimento às mulheres não se limitam ao Dia Internacional da Mulher. Esse cuidado acontece diariamente por meio dos serviços oferecidos pela secretaria para quem busca proteção, orientação e apoio”, pontuou.

Rede de acolhimento

Entre os equipamentos que integram essa estrutura está o Centro Estadual de Referência e Apoio à Mulher (Cream). Na unidade, equipes especializadas acompanham mulheres em situação de violência e oferecem suporte psicossocial.

A coordenadora do centro, Sueni Lima, explica que a principal finalidade do trabalho é fortalecer as usuárias para que consigam romper ciclos de violência.

Para ela, a efetividade das políticas públicas depende de um atendimento contínuo e humanizado.
“O que mais me motiva a estar nessa área é fazer com que a política pública de atendimento à mulher funcione. Nosso trabalho é atender, acompanhar e fortalecer essas mulheres para que elas consigam reconstruir suas vidas”, afirmou.

Caminhos para recomeçar

A estudante Sara Fernandes conheceu os serviços da SEPM após buscar ajuda em um momento delicado.

Inicialmente, ela procurou apoio depois de registrar ocorrência na Delegacia Especializada em Crimes contra a Mulher.
“A partir daí, fui encaminhada para o Cream, onde recebi apoio psicológico e orientação”, contou.

Com o acompanhamento da equipe, Sara conseguiu enfrentar as dificuldades daquele período.

“No começo foi desafiador, porque existe muito medo e vergonha. No entanto, com o apoio que recebi das profissionais, percebi que era possível seguir em frente e reconstruir minha vida”, relatou.

Atendimento humanizado

Para quem atua no atendimento, o acolhimento representa a base de todo o processo de recuperação das mulheres assistidas.

Segundo a coordenadora do Cream, a escuta qualificada contribui para fortalecer a confiança no sistema de proteção.
“Quando a mulher chega e encontra um atendimento humanizado, ela passa a confiar na rede. Assim, se sente mais segura para seguir os acompanhamentos necessários, buscar seus direitos e reconstruir sua vida”, destacou.

Ela acrescenta que essa experiência também impacta quem trabalha diretamente no atendimento.

“Atender mulheres em situação de violência também nos fortalece enquanto servidoras e enquanto mulheres. Isso nos motiva a continuar aprimorando os serviços e defendendo políticas públicas voltadas à proteção e garantia de direitos”, completou.

Onde buscar ajuda

Informações sobre os serviços e equipamentos de proteção oferecidos pela SEPM estão disponíveis no site:
sejusc.am.gov.br/mulheres

Também é possível buscar orientação pelos canais da Sejusc Mulher: (92) 98484-2207/ (92) 98484-2172

A sede da SEPM está localizada na Rua Bento Maciel, nº 2, Conjunto Celetramazon, bairro Adrianópolis.

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Vigilância inteligente fortalece rede de prevenção ao feminicídio no Amazonas https://elaseeu.com.br/vigilancia-inteligente-fortalece-rede-de-prevencao-ao-feminicidio-no-amazonas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vigilancia-inteligente-fortalece-rede-de-prevencao-ao-feminicidio-no-amazonas Fri, 06 Mar 2026 16:48:41 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2846 Seminário reúne instituições e especialistas para ampliar o uso de dados na formulação de políticas públicas de proteção às mulheres.

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Com o objetivo de ampliar o monitoramento de dados e fortalecer estratégias de enfrentamento à violência de gênero, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) participou, nesta sexta-feira (06/03), do Seminário Amazônico sobre Vigilância Inteligente do Feminicídio. O evento foi realizado pela Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz Amazônia, em Manaus.

A iniciativa integra a Rede de Observatórios de Vigilância Digital e Prevenção ao Feminicídio. O objetivo é monitorar e analisar dados qualificados para fortalecer políticas públicas de prevenção à violência contra a mulher.

Durante o seminário de lançamento, especialistas e gestores destacaram a importância da vigilância epidemiológica. Segundo eles, dados confiáveis são fundamentais para compreender a dimensão do feminicídio no país. Além disso, ajudam a orientar estratégias mais eficazes de enfrentamento.

Na abertura do evento, a diretora da Fiocruz Amazônia, Stefanie Lopes, destacou a relevância do debate. Ela ressaltou que a discussão sobre feminicídio é essencial para o avanço das políticas de proteção às mulheres.
“Sabemos que o feminicídio é um tema difícil de abordar, mas essa é uma discussão indispensável. Trata-se de uma pauta que nos mobiliza e nos desafia, justamente pela dor que representa para a sociedade”, afirmou.

Representando a FVS-RCP, a diretora-presidente, Tatyana Amorim, enfatizou o papel dos dados na formulação de políticas públicas. Ela explicou que a produção e análise de informações qualificadas são ferramentas estratégicas para o enfrentamento da violência de gênero.
“Fortalecer a produção de informações qualificadas e ampliar o monitoramento de dados são passos fundamentais para compreender a dimensão do feminicídio e apoiar a construção de políticas públicas mais efetivas de prevenção e proteção às mulheres”, pontuou.

Em seguida, a diretora de Ensino, Pesquisa e Inovação da FVS-RCP, Luciana Fé, destacou o compromisso institucional com a inteligência epidemiológica. Segundo ela, discutir o feminicídio dentro da agenda da vigilância em saúde é uma responsabilidade pública.
“Discutir o feminicídio e integrar essa agenda sensível reforça a responsabilidade da FVS-RCP com a vigilância inteligente dessa pauta, especialmente diante dos registros alarmantes observados atualmente”, afirmou.

Dia Internacional da Mulher

Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, iniciativas como a Rede de Observatórios reforçam a importância da articulação entre ciência, informação e gestão pública.

Nesse contexto, a produção de dados qualificados torna-se estratégica. Da mesma forma, o fortalecimento da rede de proteção amplia a capacidade de resposta do Estado.

Com políticas públicas baseadas em evidências e monitoramento contínuo, a expectativa é avançar na prevenção da violência de gênero e reduzir, de forma consistente, o número de mulheres vítimas de feminicídio no Amazonas.

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Três Mulheres Altas no Teatro Amazonas discute o tempo e o envelhecimento https://elaseeu.com.br/tres-mulheres-altas-no-teatro-amazonas-discute-o-tempo-e-o-envelhecimento/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tres-mulheres-altas-no-teatro-amazonas-discute-o-tempo-e-o-envelhecimento Fri, 06 Mar 2026 15:20:20 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2765 Em cena, Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre conduzem a narrativa com intensidade e precisão. Além disso, a direção de Fernando Philbert imprime ritmo e atualidade ao texto.

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O espetáculo Três Mulheres Altas, do dramaturgo norte americano Edward Albee, inicia nova turnê nacional e chega a Manaus nos dias 14 e 15 de março. A montagem será apresentada no histórico Teatro Amazonas, um dos palcos mais emblemáticos do país.

Assim que entra em cartaz, a peça reafirma sua força. Afinal, já passou por 26 cidades, reuniu mais de 90 mil espectadores e acumulou indicações a importantes premiações do teatro brasileiro.

Elenco de peso

Em cena, Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre conduzem a narrativa com intensidade e precisão. Além disso, a direção de Fernando Philbert imprime ritmo e atualidade ao texto.

A obra rendeu a Albee o Pulitzer Prize for Drama e consolidou seu lugar entre os grandes nomes da dramaturgia contemporânea. No Brasil, a montagem também recebeu indicações a prêmios como Cesgranrio, Bibi Ferreira e Cenym.

Um clássico atual

Escrita no início da década de 1990, a peça rapidamente se tornou um clássico. Desde então, atravessa gerações porque provoca, incomoda e faz rir.

Albee constrói uma comédia mordaz. Ao mesmo tempo, expõe fragilidades humanas com ironia e inteligência. Portanto, o público ri, mas também se reconhece em cena.

O espetáculo conta com apresentação da Bradesco Seguros por meio da Lei Rouanet, mecanismo federal de incentivo à cultura.

Três fases da vida

Em cena, as personagens são identificadas apenas como A, B e C. A personagem A, vivida por Ana Rosa, tem mais de 90 anos e enfrenta a fragilidade da memória. Enquanto isso, revisita a própria trajetória.

Ao seu lado, Helena Ranaldi interpreta B, que assume a função de cuidadora e interlocutora. Já Fernanda Nobre vive C, a advogada responsável por administrar os bens da idosa.

À medida que o diálogo avança, o embate se intensifica. No entanto, o conflito vai além das diferenças individuais. A peça constrói um acerto de contas simbólico entre juventude, maturidade e velhice.

O tempo como protagonista

No centro da trama está a passagem do tempo. Por isso, o texto questiona qual é a melhor fase da vida. Além disso, provoca reflexões sobre o olhar da juventude para a velhice e sobre a autoconfiança da meia idade.

Segundo o diretor Fernando Philbert, a obra nos convida a pensar sobre o que fazemos com o tempo que ainda temos. Ainda que trate de temas profundos, a montagem aposta no humor. Assim, o riso surge como ferramenta de crítica e também de reconhecimento.

Serviço
Peça Três Mulheres Altas: Com Ana Rosa, Helena Ranaldi e Fernanda Nobre

Horário: Sábado às 20h e Domingo às 17h e SESSÃO EXTRA às 20h

Local: Teatro Amazonas
Endereço: Largo de São Sebastião, Centro, Manaus AM

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Rita de Cássia dá vida aos personagens que moram na imaginação https://elaseeu.com.br/rita-de-cassia-da-vida-aos-personagens-que-moram-na-imaginacao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=rita-de-cassia-da-vida-aos-personagens-que-moram-na-imaginacao Thu, 05 Mar 2026 10:15:03 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2776 A Mimos Analu está presente no Instagram em @mimosanalu.mao, além de manter canais ativos no Facebook, no Google e na Shopee. Portanto, o contato acontece de forma simples, rápida e acessível.

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Rita de Cássia encontrou no feltro não apenas um material, mas um caminho criativo. A partir dele, construiu propósito e transformou talento em negócio. À frente da Mimos Analu, a artesã desenvolve peças autorais que unem delicadeza, identidade e acabamento cuidadoso.

Com técnica apurada e sensibilidade artística, ela modela cada detalhe de forma intencional. Assim, ideias saem do papel e ganham forma em criações que encantam crianças e adultos.

Do lúdico ao personalizado

A Mimos Analu produz bichinhos, bois, personagens, santinhos, bonecos decorativos e projetos sob medida. Além disso, adapta cada proposta ao estilo e à necessidade do cliente, garantindo exclusividade em cada entrega.

Seja para compor a decoração, presentear ou marcar uma data especial, Rita conduz todo o processo com atenção e criatividade. Dessa maneira, cada peça carrega significado e se conecta à história de quem recebe.

Encomendas abertas e atendimento online

A marca trabalha com encomendas personalizadas e desenvolve projetos que complementam ambientes e celebrações. Como opera em formato virtual, atende diretamente de Manaus para todo o Brasil com praticidade e proximidade.

A Mimos Analu está presente no Instagram em @mimosanalu.mao, além de manter canais ativos no Facebook, no Google e na Shopee. Portanto, o contato acontece de forma simples, rápida e acessível.

Mais do que produzir itens em feltro, Rita de Cássia constrói memórias afetivas por meio da arte manual. Em cada criação, ela imprime cuidado, dedicação e autenticidade.

Quando mãos habilidosas encontram propósito, o resultado ultrapassa a estética e se transforma em emoção.

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Saúde mental lidera metas para 2026 e muda rotina dos brasileiros https://elaseeu.com.br/saude-mental-lidera-metas-para-2026-e-muda-rotina-dos-brasileiros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=saude-mental-lidera-metas-para-2026-e-muda-rotina-dos-brasileiros Wed, 04 Mar 2026 09:51:40 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2773 Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que o Brasil está entre os países com maior prevalência de ansiedade no mundo.

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Cuidar da mente deixou de ser promessa vaga de ano novo e passou a ocupar o centro do planejamento pessoal no Brasil. Um levantamento encomendado pela empresa de suplementos, revela que 67% dos brasileiros pretendem investir mais em saúde mental ao longo de 2026. O dado sinaliza uma mudança consistente de comportamento, que aproxima bem-estar emocional, alimentação equilibrada e prática regular de exercícios.

Além disso, o estudo mostra que 74,6% dos entrevistados colocam a atividade física entre as principais metas. Já 69,2% afirmam que querem melhorar a alimentação, com preferência por alimentos mais naturais e menos ultraprocessados. Ou seja, o cuidado com a mente caminha lado a lado com escolhas mais conscientes no prato e na rotina.

Movimento que acompanha dados oficiais

Esse interesse crescente não surge por acaso. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que o Brasil está entre os países com maior prevalência de ansiedade no mundo. Antes mesmo da pandemia, o país já registrava índices elevados de transtornos mentais comuns. Após a crise sanitária, a discussão sobre equilíbrio emocional ganhou ainda mais espaço nas famílias, nas empresas e nas escolas.

Ao mesmo tempo, o Ministério da Saúde reforça a ampliação da Rede de Atenção Psicossocial, que inclui os Centros de Atenção Psicossocial, conhecidos como Caps. Esses serviços oferecem atendimento gratuito pelo SUS e desempenham papel estratégico na prevenção e no cuidado contínuo.

Portanto, quando 66,4% dos entrevistados afirmam que querem reduzir o estresse e criar pausas estratégicas na rotina, eles refletem uma necessidade real e já reconhecida como questão de saúde pública.

Sono, equilíbrio e qualidade de vida

Outro dado que chama atenção envolve o descanso. Cerca de 69% desejam dormir melhor em 2026. A ciência confirma a relevância desse objetivo. A Fundação Oswaldo Cruz já alertou, em pesquisas nacionais, para o aumento de queixas relacionadas à insônia e à má qualidade do sono, especialmente após períodos de crise.

Dormir bem regula hormônios, fortalece o sistema imunológico e impacta diretamente o humor e a produtividade. Assim, investir em sono de qualidade deixa de ser luxo e passa a ser estratégia de saúde integral.

Além disso, 61,8% dos participantes querem equilibrar melhor vida pessoal e trabalho. Esse dado dialoga com uma transformação cultural mais ampla, na qual produtividade não pode mais significar exaustão permanente.

Terapia e autocuidado deixam de ser tabu

O estudo também aponta que momentos de pausa, atividades de relaxamento e sessões de terapia aparecem como o quarto maior desejo para 2026. Esse movimento acompanha a redução gradual do estigma em torno do acompanhamento psicológico.

O Conselho Federal de Psicologia destaca que a busca por atendimento psicológico cresceu nos últimos anos, inclusive com a regulamentação e expansão do atendimento on-line.

Como resultado, mais pessoas passaram a enxergar a terapia como ferramenta de prevenção e desenvolvimento pessoal, não apenas como recurso em situações extremas.

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Daniella Portela conduz Oficina de Aquarela, neste sábado https://elaseeu.com.br/daniella-portela-conduz-oficina-de-aquarela-neste-sabado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=daniella-portela-conduz-oficina-de-aquarela-neste-sabado Tue, 03 Mar 2026 10:38:21 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2768 A oficina é aberta a iniciantes, o que significa que não é necessário ter experiência prévia. Todo o material está incluso, garantindo acessibilidade e conforto para que cada pessoa foque exclusivamente no processo criativo.

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A professora Daniella Portela convida o público de Manaus a viver uma experiência artística que ultrapassa a técnica e alcança o campo das emoções. Por meio da Oficina de Aquarela, realizada no Metroimp, ela propõe uma pausa consciente na rotina e, ao mesmo tempo, estimula cada participante a transformar sentimentos, memórias e sensações em arte com pinceladas leves e intencionais.

Embora a aquarela se destaque pela leveza e fluidez, é a condução atenta da professora que amplia a vivência. Daniella orienta cada etapa do processo, ensina como controlar a água, intensificar ou suavizar pigmentos e explorar transparências com segurança. Assim, ao misturar cores, observar nuances e lidar com os efeitos naturais do papel molhado, o aluno desenvolve técnica, percepção e confiança de forma progressiva.

Além disso, a prática estimula a coordenação motora e amplia a percepção de luz e sombra. Consequentemente, fortalece a construção de volume e aprimora o senso de composição. Enquanto pinta, o participante exercita a criatividade e consolida a autoconfiança, sobretudo quando percebe que consegue criar, mesmo sem experiência anterior.

A oficina acolhe iniciantes e inclui todo o material necessário. Dessa maneira, facilita o acesso e permite que cada pessoa se concentre integralmente no processo criativo, sem preocupações externas.

Técnica, expressão e possibilidades

Durante o encontro, Daniella apresenta fundamentos essenciais da aquarela e, em seguida, conduz exercícios práticos que estimulam a experimentação. Ela demonstra técnicas, acompanha o desenvolvimento individual e orienta ajustes em tempo real. Como resultado, o aprendizado se torna mais dinâmico, personalizado e efetivo.

Ao mesmo tempo, incentiva cada participante a explorar o próprio traço, respeitar o próprio ritmo e reconhecer a própria identidade artística. Portanto, a aquarela deixa de ser apenas uma técnica e passa a atuar como ferramenta de expressão e autoconhecimento.

Um espaço de criação e conexão

Além do conteúdo técnico, a oficina também promove um ambiente acolhedor e inspirador, favorecendo a troca de experiências entre os participantes. Nesse contexto, a arte se transforma em ponto de encontro, diálogo e conexão.

A atividade acontece na Rua Emílio Moreira, 1468, Praça 14, no Metroimp. As inscrições podem ser feitas pelo contato 92 99201 4410. Quem deseja acompanhar a agenda da professora pode seguir @arts.daniella e conferir as próximas experiências criativas.

 

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Contra o feminicídio, AMA leva mulheres às ruas no 8 de março em Manaus https://elaseeu.com.br/contra-o-feminicidio-ama-leva-mulheres-as-ruas-no-8-de-marco-em-manaus/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=contra-o-feminicidio-ama-leva-mulheres-as-ruas-no-8-de-marco-em-manaus Mon, 02 Mar 2026 15:51:36 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2779 A mobilização é convocada pela Articulação de Mulheres do Amazonas, que integra a Articulação de Mulheres Brasileiras. Ao reunir lideranças de diversos movimentos, o ato fortalece uma luta feminista, antirracista e anticapitalista na Amazônia.

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No próximo domingo, 8 de março, mulheres ocuparão as ruas de Manaus para denunciar uma violência que insiste em atravessar corpos e territórios. A caminhada Feminicídio e as violências que o Estado não vê começa às 15h, com concentração na Praça da Polícia, no centro da cidade.

A mobilização é convocada pela Articulação de Mulheres do Amazonas, que integra a Articulação de Mulheres Brasileiras. Ao reunir lideranças de diversos movimentos, o ato fortalece uma luta feminista, antirracista e anticapitalista na Amazônia.

Segundo a ativista Socorro Papoula, da coordenação da AMA, o Brasil enfrenta uma verdadeira epidemia de feminicídio. Por isso, mais do que marcar presença, a caminhada exige respostas concretas do poder público.

Números que doem

O Brasil permanece entre os países que mais matam mulheres no mundo. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2023, o país registrou 1.467 feminicídios em 2022, o maior número desde a criação da lei, em 2015. Na prática, quatro mulheres foram assassinadas por dia por razões de gênero.

Além disso, os dados mais recentes mantêm o alerta aceso. A maioria das vítimas morre dentro de casa. Frequentemente, o agressor é o companheiro ou ex-companheiro. Portanto, não falamos de episódios isolados. Falamos de uma estrutura violenta que se repete, se alimenta da desigualdade e encontra respaldo na omissão do Estado.

Símbolos que resistem

Durante a marcha, a AMA distribuirá travessas coloridas inspiradas nas flores usadas por Frida Kahlo. A artista mexicana transformou dor em arte e fez da própria imagem um ato político.

Ela rompeu padrões estéticos e sociais. Assumiu suas dores. Defendeu suas convicções. Assim, as flores em seus cabelos tornaram-se símbolo de força, identidade e autonomia. Ao trazer esse elemento para a mobilização, a AMA afirma que resistir também significa celebrar cultura, memória e potência feminina.

Educar para romper ciclos

A assistente social Áurea Lúcia Leitão, que já atuou como conselheira tutelar em Manaus, defende que o enfrentamento à violência precisa começar nas escolas. Segundo ela, é urgente dialogar com adolescentes e jovens, sobretudo porque cresce o número de agressores cada vez mais novos.

Ela reforça que a educação quebra ciclos familiares marcados pela violência. Ensinar que agressão não é normal, que mulheres devem ser respeitadas e que atos violentos geram responsabilização é parte fundamental dessa transformação.

Portanto, o debate não pode ficar restrito às ruas em datas simbólicas. Ele precisa atravessar salas de aula, comunidades e políticas públicas permanentes.

Marchar é agir

A mobilização do 8 de março vai além da celebração. Ela denuncia omissões. Além disso, cobra responsabilidade. Sobretudo, reafirma o direito à vida.

Quando mulheres ocupam as ruas, elas rompem o silêncio que encobre estatísticas frias. Transformam números em histórias. E convertem dor em ação coletiva.

Cada mulher que marcha carrega flores na cabeça. Entretanto, carrega também memória, coragem e esperança. Porque caminhar, nesse contexto, não é apenas um gesto simbólico. É um ato político. É resistência em movimento.

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Quando o óbvio precisa ser dito: Criança não é esposa https://elaseeu.com.br/quando-o-obvio-precisa-ser-dito-crianca-nao-e-esposa/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quando-o-obvio-precisa-ser-dito-crianca-nao-e-esposa Mon, 02 Mar 2026 09:47:24 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2761 Em pleno século XXI, ainda nos vemos obrigados a reafirmar aquilo que deveria ser indiscutível. Embora o Brasil possua uma legislação clara, proteger crianças e adolescentes segue sendo um desafio constante. Afinal, não basta que a lei exista, é preciso que ela seja respeitada e aplicada com rigor. Nesse sentido, o Código Penal é objetivo […]

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Em pleno século XXI, ainda nos vemos obrigados a reafirmar aquilo que deveria ser indiscutível. Embora o Brasil possua uma legislação clara, proteger crianças e adolescentes segue sendo um desafio constante. Afinal, não basta que a lei exista, é preciso que ela seja respeitada e aplicada com rigor.

Nesse sentido, o Código Penal é objetivo ao tipificar o estupro de vulnerável como qualquer ato sexual praticado com menor de 14 anos, independentemente de consentimento ou autorização familiar. Ou seja, a norma não admite exceções. Não há margem para interpretação subjetiva, tampouco para relativizações culturais ou afetivas. Diante da lei, o consentimento simplesmente não se sustenta.

Ainda assim, a realidade insiste em tensionar o que já está estabelecido. A 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais absolveu um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de 12 anos, sob o argumento de que existia vínculo entre eles e anuência familiar. A decisão provocou repercussão nacional porque, na prática, fragiliza uma proteção jurídica construída justamente para impedir abusos históricos contra crianças.

Como consequência da reação social, o Congresso Nacional recebeu ao menos 19 novos projetos de lei destinados a impedir qualquer tentativa de relativização do crime de estupro de vulnerável. Paralelamente, a Corregedoria Nacional de Justiça determinou o afastamento do desembargador Magid Nauef Láuar, integrante da 9ª Câmara Criminal do tribunal mineiro, enquanto apura acusações de abuso sexual. Esses desdobramentos indicam que a sociedade acompanha os fatos de perto e cobra responsabilidade das instituições.

Entretanto, não é apenas a legislação que sustenta essa proteção. A ciência também oferece fundamentos sólidos. Estudos em neurociência demonstram que o cérebro humano, especialmente o córtex pré-frontal, área responsável pela tomada de decisões, avaliação de riscos e controle de impulsos, só atinge maturidade plena entre os 21 e 25 anos. Portanto, durante a infância e a adolescência, essa estrutura ainda está em formação.

Além disso, pesquisas em psicologia do desenvolvimento mostram que crianças de 12 anos não possuem maturidade emocional, cognitiva ou social para compreender as implicações de uma relação sexual com um adulto. Soma-se a isso a evidente assimetria de poder, experiência e autoridade, o que torna qualquer alegação de consentimento juridicamente e cientificamente inconsistente. Não se trata de moralismo, mas de evidência.

Dessa forma, quando alguém argumenta que havia vínculo afetivo ou autorização familiar, ignora dois pilares essenciais. De um lado, a lei que reconhece a vulnerabilidade objetiva da idade. De outro, a ciência que comprova a incapacidade de decisão autônoma nessa fase da vida.

Embora algumas práticas sejam justificadas como tradição ou contexto social, nenhuma cultura pode se sobrepor ao direito fundamental à proteção integral da criança, assegurado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Ao naturalizar esse tipo de relação, perpetuam-se ciclos de violência, evasão escolar, gravidez precoce, dependência econômica e traumas psicológicos profundos.

Criança não é esposa. Criança é sujeito de direitos em desenvolvimento. É biologia, é neurociência, é psicologia, é legislação. É, sobretudo, proteção.

Se ainda precisamos repetir o óbvio, então talvez a pergunta mais urgente seja que sociedade estamos construindo quando a infância precisa se defender de adultos?

Maíra Pessoa Jornalista| criadora do Elas &Eu |Mulher em Construção. Comunicação que informa, provoca e acolhe.

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Misoginia como modelo de negócio digital https://elaseeu.com.br/misoginia-como-modelo-de-negocio-digital/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=misoginia-como-modelo-de-negocio-digital Fri, 27 Feb 2026 14:07:19 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2757 Relatório revela monetização do ódio contra mulheres no YouTube

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A misoginia ganhou escala, estratégia e financiamento nas plataformas digitais. O relatório “Aprenda a evitar ‘este tipo’ de mulher: estratégias discursivas e monetização da misoginia no YouTube”, produzido pelo Observatório da Indústria da Desinformação e Violência de Gênero nas Plataformas Digitais em parceria com o Ministério das Mulheres e o NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), expõe um modelo organizado de produção de conteúdo que transforma o ataque às mulheres em negócio.

De forma sistemática, criadores estruturam narrativas, fidelizam público e convertem visualizações em receita. Portanto, não se trata de episódios isolados, mas de uma engrenagem articulada, com lógica própria de expansão e rentabilidade.

Os pesquisadores analisaram mais de 76 mil vídeos em português no YouTube e identificaram 137 canais com conteúdo explicitamente misógino, muitos vinculados à chamada “machosfera”. Esses perfis acumulam bilhões de visualizações e milhões de comentários. Além disso, estimulam comunidades digitais que reforçam discursos de aversão, controle e deslegitimação da autonomia feminina. Assim, o alcance massivo amplia o impacto e consolida uma audiência fiel e engajada.

Estratégias discursivas e alvos preferenciais

Para sustentar suas narrativas, os produtores utilizam linguagem persuasiva, recortes de entrevistas, exemplos isolados e generalizações. Ao mesmo tempo, exploram temas sensíveis — como relacionamentos, maternidade, sexualidade e mercado de trabalho  para reforçar estereótipos históricos.

Frequentemente, atacam feministas, mães solo e mulheres independentes. Também desqualificam aparência, idade e comportamento como estratégia de ridicularização pública. Além disso, difundem a ideia de que mulheres manipulam homens ou ameaçam a estrutura familiar. Com isso, constroem uma narrativa de “crise masculina” e atribuem às mulheres a responsabilidade por frustrações sociais.

Consequentemente, essa estratégia gera identificação emocional e engajamento constante. Comentários, compartilhamentos e debates inflamados ampliam o alcance dos vídeos. Quanto maior a controvérsia, maior a circulação do conteúdo.

Monetização e impacto social

Paralelamente, os criadores transformam audiência em receita. Eles utilizam anúncios da própria plataforma, doações em transmissões ao vivo, clubes de assinatura e venda de cursos ou consultorias. Dessa forma, convertem discurso discriminatório em produto.

Quanto maior a polêmica, maior o engajamento. Em seguida, o sistema de recomendação amplia a distribuição e potencializa ganhos financeiros. Assim, a misoginia deixa de ser apenas discurso e passa a integrar uma cadeia econômica digital.

Esse cenário revela um problema estrutural. A internet não opera como espaço neutro. Ao permitir que conteúdos que reforçam desigualdades circulem e gerem lucro, as plataformas contribuem para a normalização da violência simbólica.

Da tela para a vida real

Por fim, o relatório defende ações concretas: maior responsabilização das empresas de tecnologia, fortalecimento de políticas públicas e ampliação da educação midiática. Afinal, ignorar a misoginia digital significa naturalizar práticas que impactam relações sociais, decisões políticas e comportamentos cotidianos.

Quando a violência simbólica se consolida no ambiente virtual, ela ultrapassa a tela, contamina o debate público e atinge a vida real. E, nesse processo, compromete direitos, enfraquece a democracia e impõe retrocessos à sociedade.

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Empreendedorismo criativo de Thays Castro transforma laços em sustento e identidade https://elaseeu.com.br/empreendedorismo-criativo-de-thays-castro-transforma-lacos-em-sustento-e-identidade/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=empreendedorismo-criativo-de-thays-castro-transforma-lacos-em-sustento-e-identidade Thu, 26 Feb 2026 13:30:17 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2753 Cada peça carrega acabamento cuidadoso e identidade própria, reforçando o valor do feito à mão.

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Empreender, para Thays Castro, vai além da venda de acessórios: é a construção diária de autonomia por meio do trabalho manual. Artesã e fundadora da loja virtual @laco.boutique, ela cria cada peça da Boutique do Laço, unindo técnica, sensibilidade estética e propósito.

Além de idealizar os modelos, Thays confecciona, finaliza e apresenta pessoalmente cada laço que chega às clientes. Suas criações se destacam pela variedade de tamanhos, cores e estilos, contemplando desde propostas delicadas e minimalistas até composições mais elaboradas e personalizadas.

Com isso, cada peça carrega acabamento cuidadoso e identidade própria, valorizando o trabalho artesanal e reforçando o significado do feito à mão.

A loja atua principalmente no Instagram, espaço onde Thays divulga coleções, recebe encomendas e se conecta diretamente com o público. Paralelamente ao ambiente digital, a empreendedora mantém presença constante em feiras e eventos institucionais, com destaque para as ações do Governo Presente.

Sempre que há programação promovida pela secretaria, ela participa como expositora, contribuindo para o fortalecimento da economia local e ampliando a visibilidade da marca. Além disso, Thays também integra outras feiras da cidade, consolidando sua atuação no circuito do empreendedorismo criativo.

Criatividade que vira sustento

Mais do que uma atividade complementar, a Boutique do Laço representa sua principal fonte de renda. Esse percurso evidencia que empreender é possível mesmo começando com recursos limitados, desde que haja organização, constância e compromisso com o cliente.

As encomendas podem ser realizadas pelo Instagram, pelo contato (92) 99964-4090 ou diretamente nas feiras. Além das peças disponíveis, Thays desenvolve laços personalizados sob demanda, atendendo pedidos específicos com exclusividade.

Quando o talento vira caminho

A história da artesã transmite uma mensagem direta às mulheres que desejam iniciar no empreendedorismo: comece com aquilo que você já sabe fazer. Planeje sua divulgação, participe de espaços coletivos, construa redes de apoio e reconheça o valor do seu trabalho.

Assim, a autonomia financeira pode nascer de um talento que já está em suas mãos — basta transformá-lo em projeto, posicionamento e ação contínua.

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