elas e eu https://elaseeu.com.br/ Elas e Eu é um portal de notícias, cultura, comportamento e histórias que conectam pessoas, ideias e realidades. Sat, 24 Jan 2026 15:07:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://elaseeu.com.br/wp-content/uploads/2025/09/favicon-32x32-1.png elas e eu https://elaseeu.com.br/ 32 32 Curso gratuito de defesa pessoal feminina abre novas vagas em Manaus https://elaseeu.com.br/curso-gratuito-de-defesa-pessoal-feminina-abre-novas-vagas-em-manaus/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=curso-gratuito-de-defesa-pessoal-feminina-abre-novas-vagas-em-manaus Fri, 23 Jan 2026 14:21:39 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2518 As inscrições podem ser realizadas diretamente pelo WhatsApp (92) 98532-4804.

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Com foco no fortalecimento da autonomia e da segurança feminina, o Governo do Amazonas abriu 160 novas vagas para o Curso de Defesa Pessoal Feminina, em Manaus. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Desporto e Lazer, é voltada para meninas e mulheres a partir de 12 anos.

Além disso, em um contexto marcado pelo debate constante sobre assédio e violência contra a mulher, o projeto se torna ainda mais relevante. As participantes recebem orientação técnica, preparo físico e, sobretudo, apoio para identificar situações de risco no dia a dia.

A grande demanda confirma a importância da ação. Somente na abertura mais recente, mais de 600 mulheres se inscreveram para concorrer às vagas disponíveis, o que evidencia a necessidade de políticas públicas contínuas voltadas à proteção feminina.

Nesse sentido, o secretário da Sedel, Diego Américo, reforça que o impacto ultrapassa o esporte. “O curso fortalece a autoestima, amplia o conhecimento e cria redes de apoio entre mulheres, consolidando o esporte como instrumento de proteção e transformação social’, explicou.

Núcleos fixos e continuidade das aulas

Inicialmente itinerante, o projeto avançou com a implantação de núcleos permanentes nos bairros. Com isso, as alunas conseguem manter regularidade, criar vínculos e dar continuidade ao aprendizado ao longo do tempo.

As aulas utilizam técnicas de jiu-jitsu adaptadas à realidade feminina. Ao mesmo tempo, o conteúdo prioriza prevenção, leitura de comportamento, defesa pessoal e fortalecimento emocional.

Onde estão as vagas

Academy JJ, no bairro Cidade Nova, com 30 vagas
NGT, no bairro Santa Etelvina, com 30 vagas
Vila Olímpica de Manaus, no Dom Pedro, com 50 vagas
Monte Sião, no bairro Jorge Teixeira, com 20 vagas
Team Dênis, no Jorge Teixeira quarta etapa, com 30 vagas

Por fim, as inscrições podem ser realizadas pelo WhatsApp no número 92 98532 4804. A iniciativa reafirma a importância de políticas públicas que ampliam o acesso das mulheres ao esporte, à informação e à proteção, contribuindo, assim, para uma sociedade mais segura, consciente e igualitária.

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Violência que mata: 1.470 mulheres assassinadas em 2025 no Brasil https://elaseeu.com.br/violencia-que-mata-1-470-mulheres-assassinadas-em-2025-no-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=violencia-que-mata-1-470-mulheres-assassinadas-em-2025-no-brasil Thu, 22 Jan 2026 10:20:28 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2495 Pedir ajuda é um ato de coragem, proteção e dignidade. Ninguém merece viver com medo.

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Em 2025, o Brasil alcançou um marco que jamais deveria ser tratado como estatística recorrente. O país registrou o maior número de feminicídios de sua história. Foram 1.470 mulheres assassinadas ao longo do ano, o que significa quatro vidas interrompidas todos os dias por uma violência que tem gênero, tem raízes históricas e é alimentada pela desigualdade estrutural.

Os dados consolidados pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública superam os registros de 2024, um ano que já havia quebrado o recorde anterior. O cenário não aponta para episódios isolados, mas revela a permanência de um problema crônico que atravessa gerações, territórios e relações sociais no Brasil.

Mais do que números, eram mulheres com nomes, histórias e vínculos. Thalita Marques Berquó Ramos, de 36 anos, assassinada pelo marido. Tainara Souza Santos, de 31 anos, arrastada por cerca de um quilômetro por um carro e morta na véspera de Natal. Allane de Souza Pedrotti Mattos e Layse Costa Pinheiro, executadas a tiros por um colega de trabalho que não aceitava ser liderado por uma mulher. Maria Katiane Gomes da Silva, jogada do décimo andar do prédio pelo namorado. Juliana Soares, de 35 anos, brutalmente espancada pelo então namorado dentro de um elevador em Natal, em um episódio que chocou o país pela violência explícita registrada em imagens. Sabrina de Almeida Lima, de 27 anos, assassinada junto com os três filhos pelo próprio marido, que confessou o crime. Cada caso escancara não apenas a brutalidade, mas o padrão.

Embora a taxa nacional de feminicídios permaneça em 0,69 morte a cada 100 mil habitantes, a mesma observada entre 2022 e 2024, especialistas alertam que a aparente estabilidade não representa controle da violência. Pelo contrário, evidencia a incapacidade coletiva de romper ciclos, antecipar riscos e proteger mulheres antes que a agressão alcance seu desfecho mais extremo.

O feminicídio raramente acontece sem sinais prévios. Ele costuma ser o último capítulo de uma trajetória marcada por ameaças, agressões psicológicas, controle, medo e silenciamento, quase sempre dentro de relações afetivas, familiares ou de proximidade. Por isso, o enfrentamento exige mais do que respostas emergenciais. Demanda políticas públicas integradas, redes de acolhimento fortalecidas, acesso efetivo à justiça e uma transformação cultural sustentada pela educação, pela prevenção e pela responsabilização social.

Para a psicóloga social Maria Eduarda Magalhães, os números expõem uma falha que ultrapassa as estatísticas.

“O feminicídio não é um evento isolado nem resultado de um ato impulsivo. Ele é o desfecho de um processo contínuo de violência, sustentado por normas sociais que ainda naturalizam o controle, a desigualdade de poder e a desvalorização da vida das mulheres. Do ponto de vista da Psicologia Social, esses crimes refletem uma falha coletiva. Quando a sociedade minimiza sinais de violência, silencia vítimas ou transfere a responsabilidade para a mulher, contribui para uma escalada que pode terminar em morte.”

Diante desse cenário, enfrentar a violência de gênero deixa de ser apenas uma pauta institucional e se afirma como uma responsabilidade ética e coletiva. Exige romper silêncios, questionar comportamentos naturalizados e reconhecer que cada número representa uma história interrompida. Enquanto quatro mulheres morrem todos os dias, a urgência não pode ser adiada.

Onde buscar apoio:

•          Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: Funciona 24 horas, gratuitamente, em todo o Brasil. O serviço oferece orientação, acolhimento, registro de denúncias e encaminhamento para a rede de proteção mais próxima.

•          Emergência – Ligue 190: Em situações de risco imediato, acione a Polícia Militar.

•          Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs): Para registrar ocorrência e solicitar medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.

•          Serviços de saúde e assistência social: Unidades de saúde, CRAS, CREAS e centros de referência para mulheres oferecem acolhimento, atendimento psicológico e orientação social.

Violência não é culpa da vítima. Pedir ajuda é um ato de coragem, proteção e dignidade. Ninguém merece viver com medo.

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Do Amazonas ao mundo: Hêmilly Lira na comunicação corporativa https://elaseeu.com.br/jornalista-amazonense-hemilly-lira-se-destaca-na-comunicacao-corporativa-no-brasil-e-no-exterior/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jornalista-amazonense-hemilly-lira-se-destaca-na-comunicacao-corporativa-no-brasil-e-no-exterior Wed, 21 Jan 2026 11:20:22 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2484 Sua história começou nas redações, onde desenvolveu olhar crítico, sensibilidade narrativa e compromisso ético.

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Conhecer a trajetória de Hêmilly Lira é compreender como a comunicação pode atravessar fronteiras sem perder suas raízes. Jornalista amazonense, ela construiu ao longo de 18 anos uma carreira sólida no jornalismo e na comunicação estratégica, tornando-se hoje uma referência em assessoria de imprensa no Brasil e no exterior.

Sua história começou nas redações, onde desenvolveu olhar crítico, sensibilidade narrativa e compromisso ético. Com o passar do tempo, Hêmilly expandiu sua atuação para a comunicação corporativa, área em que se destacou pela visão inovadora e pela capacidade de transformar estratégia em resultados consistentes.

Há seis anos, esse percurso ganhou um novo capítulo com a fundação da Amazon Comunic. A empresa nasceu com DNA amazônida e rapidamente conquistou espaço no mercado nacional e internacional, provando que excelência também se constrói fora dos grandes centros tradicionais. Atualmente, a agência atende clientes em estados como Amazonas, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina, além de desenvolver projetos em Londres e Portugal.

À frente da Amazon Comunic, Hêmilly imprime uma liderança pautada na qualidade, na inovação e na responsabilidade social. Seu trabalho valoriza processos detalhados, planejamento estratégico e uma entrega que prioriza resultados sustentáveis, sem abrir mão da identidade e da ética profissional.

Em 2024, essa trajetória foi reconhecida internacionalmente quando a Amazon Comunic passou pela avaliação do Modelo Latino-Americano de Excelência e integrou a lista de empresas latino-americanas que se destacam pela melhoria contínua e pela inovação. No mesmo evento, Hêmilly recebeu a Medalha de Honra Cruz de Malta, enquanto a empresa conquistou sete certificações internacionais, reforçando sua posição como referência em comunicação empresarial.

Mais do que prêmios, Hêmilly Lira se orgulha de abrir caminhos para outros profissionais amazônidas e de mostrar que a comunicação feita na região tem força, qualidade e capacidade de alcançar o mundo. “Fico muito feliz de poder mostrar a efetividade do trabalho de quem é do Amazonas e de poder alcançar patamares mais altos dentro do nosso nicho de comunicação. Seguimos firmes e fortes”, destaca.

Para saber mais, entre em contato pelo  (21) 98510-5228 ou acompanhe pelo @amazoncomunic.

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Liderança Feminina: Angélica Bastarrica assume CFO da Sodexo Brasil https://elaseeu.com.br/lideranca-feminina-angelica-bastarrica-assume-cfo-da-sodexo-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=lideranca-feminina-angelica-bastarrica-assume-cfo-da-sodexo-brasil Wed, 21 Jan 2026 09:43:01 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2492 A nomeação da executiva gaúcha reforça o posicionamento da Sodexo em relação à diversidade, equidade e valorização de talentos femininos em cargos executivos

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A Sodexo anunciou a nomeação da gaúcha Angélica Bastarrica como nova Chief Financial Officer (CFO) da operação brasileira, fortalecendo o protagonismo feminino em posições estratégicas de liderança corporativa e reafirmando o compromisso da companhia com uma gestão diversa, inovadora e orientada para o futuro.

Com seis anos de trajetória na empresa, Angélica ingressou na Sodexo em 2020, onde liderou o segmento de Energia e Recursos. Agora, passa a se dedicar integralmente à condução da área financeira no país, trazendo uma visão integrada de negócios construída ao longo de sua experiência na companhia.

Segundo a CFO da Sodexo Brasil, Angélica Bastarrica, a vivência em diferentes frentes estratégicas fortalece o papel transformador do financeiro dentro das organizações. “A experiência acumulada na liderança do segmento de Energia e Recursos, somada à minha trajetória anterior em finanças e gestão de negócios, reforça minha convicção sobre o papel estratégico da área financeira”, afirma. A executiva destaca que seu compromisso é acelerar a evolução do modelo de gestão por meio da automação, da inteligência artificial e de ferramentas preditivas, impulsionando o crescimento sustentável da Sodexo.

Na nova função, Angélica será responsável por conectar estratégia, performance, governança, gestão de riscos e sustentabilidade, ampliando o protagonismo da área financeira como eixo central para a tomada de decisões e para o desenvolvimento de soluções inovadoras no mercado brasileiro.

Com mais de 30 anos de experiência profissional, a executiva construiu uma trajetória sólida em posições de alta liderança. Antes da Sodexo, atuou como CFO da Superbac Biotechnology Solutions, empresa brasileira de biotecnologia, e também da Gate Gourmet, marca global de serviços de catering para companhias aéreas.

A nomeação da executiva gaúcha reforça o posicionamento da Sodexo em relação à diversidade, equidade e valorização de talentos femininos em cargos executivos, além de evidenciar a importância de lideranças com visão estratégica, capacidade de inovação e sensibilidade para os desafios do cenário econômico contemporâneo.

A carreira de Angélica Bastarrica representa não apenas um avanço na governança corporativa da empresa, mas também um símbolo de inspiração para mulheres que constroem carreiras em áreas historicamente masculinizadas, como finanças e alta gestão, mostrando que competência, visão e propósito seguem abrindo novos caminhos no mundo corporativo.

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A importância da nutrição na infância com Andrea Carla https://elaseeu.com.br/a-importancia-da-nutricao-na-infancia-com-andrea-carla/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-importancia-da-nutricao-na-infancia-com-andrea-carla Tue, 20 Jan 2026 13:58:42 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2463 A nutrição adequada é um dos principais fatores para o crescimento saudável o desenvolvimento cognitivo e a formação de hábitos alimentares que acompanham a criança ao longo da vida.

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Cuidar da saúde infantil começa muito antes do prato servido porque a nutrição adequada é um dos principais fatores para o crescimento saudável o desenvolvimento cognitivo e a formação de hábitos alimentares que acompanham a criança ao longo da vida. Na infância cada escolha alimentar influencia na imunidade o comportamento e até a forma como a criança se relaciona com a alimentação no futuro.

A nutricionista, Andrea Carla, atua com um olhar atento e humanizado acompanhando famílias desde a introdução alimentar até a fase escolar. “Como terapeuta alimentar eu explico que o ato de comer envolve emoções rotina e vínculo e por isso trabalha para tornar esse processo mais leve respeitoso e eficaz tanto para as crianças quanto para os cuidadores”, salienta.

Na nutrição escolar Andrea Carla destaca que a alimentação equilibrada no ambiente educacional é essencial para o aprendizado e o bem-estar. “Uma oferta adequada de alimentos contribui para a concentração a energia diária o desenvolvimento físico e a prevenção de carências nutricionais que podem impactar diretamente o desempenho escolar”, explica.

Mãe de primeira viagem Marina Fernandes enfrentou desafios na transição dos alimentos pastosos para os sólidos com a pequena Beatriz de oito meses. Segundo ela a bebê demonstrava resistência à mastigação e preferia engolir alimentos amassados ou batidos algo comum quando a progressão das texturas não acontece de forma gradual. “A Bia só queria engolir e não mastigar então a sopinha e o feijão eram sempre batidos porque ela cuspia quando sentia pedaços e isso acabou gerando perda de peso por isso contar com um profissional especializado fez diferença em meio ao desespero”, relata Marina.

Segundo a nutricionista Andrea a introdução alimentar é uma fase decisiva da infância pois quando conduzida com orientação adequada favorece a aceitação dos alimentos naturais e contribui para a formação de um paladar mais saudável. Com informação técnica e sensibilidade Andrea acompanha esse processo ajudando a prevenir seletividade alimentar desafios futuros e conflitos à mesa.

Dicas importantes para a nutrição infantil

Oferecer alimentos naturais e variados desde cedo , ajuda a ampliar o paladar da criança e aumenta a aceitação de frutas legumes e verduras ao longo do crescimento.

Manter uma rotina alimentar com horários regulares contribui para a organização do apetite e para uma relação mais tranquila com a comida.

Evitar o uso frequente de ultraprocessados reduz o consumo excessivo de açúcar sódio e gorduras que estão associados a problemas de saúde ainda na infância.

Respeitar os sinais de fome e saciedade da criança fortalece a autonomia alimentar e previne conflitos durante as refeições.

Criar um ambiente calmo sem telas durante as refeições favorece a atenção ao alimento melhora a digestão e fortalece o vínculo familiar.

Para quem busca orientação profissional e um cuidado nutricional atento às necessidades de cada criança é possível saber mais e agendar atendimento pelo perfil @andreavasconcelosnutri ou pelo telefone (92) 98113 6960.

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Depois dos 40 o roteiro muda e a coragem ganha experiência https://elaseeu.com.br/depois-dos-40-o-roteiro-muda-e-a-coragem-ganha-experiencia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=depois-dos-40-o-roteiro-muda-e-a-coragem-ganha-experiencia Mon, 19 Jan 2026 14:20:44 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2478 Você entende que cada etapa importa, o tempo de semear, o tempo de cultivar e o tempo de colher.

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Outro dia, uma amiga me perguntou como eu decidi iniciar um novo projeto do zero, incluindo até uma nova formação. Na hora, eu entendi a pergunta, mas não entendi tudo. Porque o que ela queria saber não era exatamente sobre o projeto, nem sobre o curso, nem sobre planejamento. Era sobre coragem. Era sobre o que acontece quando a gente decide recomeçar depois dos 40, justamente quando o roteiro já deveria estar pronto e a vida resolve improvisar.

Respondi devolvendo a pergunta, como seria se fosse com você? Porque reiniciar depois de já ter vivido o suficiente para saber que não é simples exige mais do que impulso, exige escolha. Talvez a resposta esteja menos na decisão em si e mais no cansaço de não tentar. A idade nunca foi decisiva na minha vida, o sentido de fazer sempre foi. Não me coloco no lugar de exemplo ou de inspiração para ninguém. Eu faço o que desejo e, se isso de alguma forma faz sentido para outras pessoas, fico profundamente grata.

Aprendi a ser grata a cada passo. Minha régua não é perímetro para ninguém, mas serve para mim. Então, toda vez que julgo necessário recomeçar, interromper ou mudar de rota, eu faço. Eu ajo. E isso não significa insatisfação, porque em todos os projetos que executo existe entrega e existe verdade. Mas também existe o desejo de ir além daquilo que já foi conquistado.

Medo? Ele está presente em todo caminhar. E, curiosamente, é ele que também impulsiona a sobrevivência e provoca o incômodo necessário para encarar um novo começo. A maturidade não elimina o medo, mas acalma. Porque depois dos 40 você entende que cada etapa importa, o tempo de semear, o tempo de cultivar e o tempo de colher.

E você, existe algo que gostaria de fazer, mas ainda se limita por causa da idade?

 

Maíra Pessoa Jornalista| criadora do Elas &Eu |Mulher em Construção. Comunicação que informa, provoca e acolhe.

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Feito à mão, feito com propósito a história artesanal de Adriana Paula Marques https://elaseeu.com.br/feito-a-mao-feito-com-proposito-a-historia-artesanal-de-adriana-paula-marques/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=feito-a-mao-feito-com-proposito-a-historia-artesanal-de-adriana-paula-marques Mon, 19 Jan 2026 10:30:17 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2455 Atualmente, o trabalho conta com a colaboração de suas duas filhas, Sophia e Eduarda, enquanto a gestão do negócio é conduzida pela mãe, Eneida Marques, psicopedagoga de formação.

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Pedagoga de formação, Adriana Paula Marques atuou por muitos anos como professora de reforço escolar em um espaço criado em sua própria casa, conciliando o trabalho com a criação de suas duas filhas. Com a chegada da pandemia da Covid-19 em 2020 e as transformações permanentes intensificadas no período pós-pandemia, a base de seu negócio precisou ser reinventada. Foi nesse contexto que o talento manual, antes aplicado na produção de materiais e trabalhos pedagógicos para seus alunos, ganhou um novo significado e passou a se consolidar como uma alternativa concreta de geração de renda por meio do artesanato.

Da necessidade, o artesanato tornou-se um caminho de reinvenção e sustento familiar, transformando habilidade em possibilidade concreta. Apaixonada pelo fazer manual, Adriana Paula atua hoje em diferentes frentes da costura criativa, onde técnica, afeto e personalização se encontram para dar forma a peças que carregam identidade e significado.

Ao longo do processo, Adriana também encontrou apoio dentro da própria família. Atualmente, o trabalho conta com a colaboração de suas duas filhas, Sophia e Eduarda, enquanto a gestão do negócio é conduzida pela mãe, Eneida Marques, psicopedagoga de formação. São três gerações integradas, com diferentes pontos de vista e experiências, que se complementam e fortalecem a construção do empreendimento.

Entre os produtos desenvolvidos estão guardanapos, sousplats, jogos americanos, porta-guardanapos e centros de mesa, muitos deles produzidos em parceria com a mãe, além de peças temáticas criadas por temporada. Datas como Natal, Festa Junina, Páscoa, aniversários e lembrancinhas especiais fazem parte de uma produção que se adapta ao calendário e às necessidades do público.

Atualmente, Adriana Paula intensifica seus conhecimentos por meio de treinamentos em plataformas digitais, com foco na criação da Família do Coelho, um projeto artesanal desenvolvido especialmente para a Páscoa. Atenta às transformações do mercado, ela busca aprofundar técnicas de personalização completa das peças, criando coelhos feitos à mão que representam diferentes formações familiares, com figuras que simbolizam pais, mães, filhos ou membros únicos, sempre respeitando a identidade e a história de quem compra.

“Além da família de coelhos, a coleção reúne itens complementares como cenourinhas decorativas, ovinhos aromatizados para guarda-roupa, coelhos no palito ideais para compor cestas de Páscoa e peças que podem ser combinadas com chocolates e ovos gourmet. Cada criação é planejada com antecedência, respeitando o tempo do fazer artesanal, que exige cuidado, atenção aos detalhes e dedicação manual”, completa Adriana.

Para a dona de casa Marilene Pinheiro, que acompanha e consome os produtos artesanais desenvolvidos por Adriana, cada peça carrega cuidado, dedicação e afeto, características que transformam o trabalho em verdadeiras obras-primas. “Ela está em constante aperfeiçoamento, é muito cuidadosa e extremamente detalhista, e isso faz toda a diferença. Eu torço para que mais pessoas conheçam o trabalho dela, porque é feito com muito amor”, afirma Marilene.

Adriana Paula também desenvolve bonecas artesanais e mantém coleções inspiradas em personagens clássicos como Moranguinho e Emília, ampliando o alcance do seu trabalho e reafirmando que o artesanato pode ser, além de expressão artística, uma estratégia concreta de geração de renda. Quem deseja conhecer mais sobre as criações ou realizar encomendas pode entrar em contato pelo Instagram @adrianapaula2109 ou pelo telefone (92) 98410-1517.

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Inscrições abertas para 6ª edição do Sebrae Delas em Manaus https://elaseeu.com.br/inscricoes-abertas-para-a-6a-edicao-do-sebrae-delas-em-manaus/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=inscricoes-abertas-para-a-6a-edicao-do-sebrae-delas-em-manaus Sun, 18 Jan 2026 13:20:28 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2451 O maior encontro de empreendedorismo feminino do Norte reúne mulheres que transformam ideias em negócios.

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As inscrições estão abertas para a sexta edição do Sebrae Delas, que acontece no dia 19 de março, das 13h30 às 20h, no Sesi Clube do Trabalhador. O evento reforça a força do empreendedorismo feminino no Norte do Brasil ao reunir mulheres que transformam ideias em negócios e trajetórias em inspiração coletiva.

Criado por mulheres e para mulheres, o Sebrae Delas se consolida como um espaço de troca, aprendizado e fortalecimento, valorizando a identidade feminina, a regionalidade amazônica e o poder da transformação econômica liderada por mulheres. A programação inclui palestrantes reconhecidas nacionalmente, que compartilham histórias reais, desafios superados e estratégias práticas para crescer no mundo dos negócios com propósito, inovação e sustentabilidade.

Para a diretora superintendente do Sebrae no Amazonas, Ananda Carvalho Normando Pessôa, o evento reflete a força crescente do empreendedorismo feminino no estado. Segundo ela, o Sebrae ampliou o público atendido por acreditar na capacitação e no protagonismo das mulheres como motores do desenvolvimento regional.

Programação intensa

A programação do Sebrae Delas contará com um time de palestrantes já confirmadas que representam diferentes trajetórias de sucesso, diversidade e protagonismo feminino. Entre os nomes estão Janete Vaz, cofundadora e presidente do Conselho Administrativo do Grupo Sabin, referência nacional em empreendedorismo e gestão; Alice Salazar, empresária e maquiadora profissional que transformou sua marca pessoal em um negócio de alcance nacional; e Gloria Kalil, jornalista e consultora de moda reconhecida por sua autoridade em comportamento, imagem e tendências.

Também integram o time Thais Kokama, comunicadora e artista que destaca a força da representatividade e da comunicação como instrumento de transformação social, e Stephany Vilaca, Miss Universo Trans Brasil, símbolo de diversidade, inclusão e empoderamento. Juntas, elas fortalecem a proposta do evento de inspirar, conectar e impulsionar mulheres por meio de histórias reais, conhecimento e experiências transformadoras.

Os ingressos estão disponíveis a partir de 150 reais e as vagas são limitadas. As interessadas podem garantir a participação por meio do link disponível na plataforma Sympla. 

https://www.sympla.com.br/evento/sebrae-delas-2026-o-poder-e-delas/3265460

Foto: Wellington Mamud / Sebrae AM

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Microfeminismo e saúde mental a potência das ações diárias https://elaseeu.com.br/microfeminismo-e-saude-mental-a-potencia-das-acoes-diarias/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=microfeminismo-e-saude-mental-a-potencia-das-acoes-diarias Fri, 16 Jan 2026 15:30:05 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2435 Quando pequenas atitudes viram hábitos elas transformam relações ambientes e cuidam da saúde mental das mulheres no dia a dia.

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Nem toda transformação social nasce de grandes discursos ou atos públicos e muitas vezes ela começa de forma silenciosa quase imperceptível no cotidiano. Ela surge em uma fala corrigida no momento certo em um espaço que é dividido com respeito ou em um não dito sem culpa nem justificativas excessivas. É nesse território dos detalhes que o microfeminismo atua ao propor pequenas práticas diárias que quando somadas questionam desigualdades de gênero rompem padrões históricos e constroem ambientes mais justos saudáveis e humanos para as mulheres.

A psicóloga social, Linda Tamares, explica que o termo se refere a ações simples e conscientes do dia a dia que enfrentam o machismo estrutural de forma prática e acessível. “Essas atitudes promovem equidade autonomia e reconhecimento feminino em diferentes espaços como o trabalho a casa as relações afetivas e as redes sociais e ao mesmo tempo fortalecem a sensação de pertencimento e validação”, avalia Linda.

Sob a ótica da saúde coletiva Linda destaca que o microfeminismo atua diretamente na prevenção do adoecimento mental feminino pois as desigualdades de gênero são reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde como determinantes sociais que afetam oportunidades estresse no trabalho e qualidade de vida. “Em um cenário em que os riscos psicossociais ganham visibilidade inclusive no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais falar de microfeminismo também significa promover saúde mental prevenir sofrimento e fortalecer vínculos sociais”, reforça Linda.

A socióloga, Nívia Bulgário, esclarece que o microfeminismo não é sobre fazer menos mas sobre fazer de forma consciente e responsável. “Cada atitude conta porque mudanças estruturais também começam no cotidiano e essa prática pode e deve ser exercida por todos os gêneros já que o objetivo é a construção contínua de uma sociedade mais equilibrada que valorize competência, respeito e humanidade”, pondera.

Atitudes práticas

Dar crédito às mulheres em reuniões é um passo essencial pois reforçar ideias que foram ignoradas quando ditas por mulheres ajuda a combater a invisibilização profissional que é um fator reconhecido de sofrimento psíquico no trabalho.

Questionar padrões estéticos impostos também faz diferença já que evitar comentários sobre corpos e valorizar competências em vez da aparência reduz a pressão estética associada à baixa autoestima.

Dizer não sem se justificar excessivamente é outra prática transformadora pois muitas mulheres são socializadas para agradar e se explicar o tempo todo e aprender a estabelecer limites fortalece a autonomia emocional.

Compartilhar tarefas domésticas e de cuidado é indispensável porque a sobrecarga feminina nesse campo é amplamente documentada e mulheres dedicam em média o dobro do tempo aos afazeres domésticos e à responsabilidade pelo cuidado enquanto uma divisão mais justa impacta diretamente o bem-estar físico emocional e mental.

Apoiar outras mulheres sem competir fortalece ambientes colaborativos que reduzem o isolamento ampliam redes de apoio e criam espaços de crescimento coletivo funcionando como um potente fator de proteção para a saúde mental.

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Instituto da Mulher promove curso de atualização sobre Hemorragia Pós-Parto para profissionais da saúde https://elaseeu.com.br/instituto-da-mulher-promove-curso-de-atualizacao-sobre-hemorragia-pos-parto-para-profissionais-da-saude/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=instituto-da-mulher-promove-curso-de-atualizacao-sobre-hemorragia-pos-parto-para-profissionais-da-saude Thu, 15 Jan 2026 16:15:32 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=2430 Capacitação fortalece o manejo oportuno e atuação integrada, diante de uma das principais causas evitáveis de mortalidade materna.

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O Instituto da Mulher Dona Lindu (IMDL), unidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), realizou, na quinta-feira (15/01), o Curso de Atualização em Hemorragia Pós-Parto (HPP), voltado para enfermeiras, obstetrizes, médicos, residentes e profissionais da equipe. A capacitação foi promovida em parceria com a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Estado do Amazonas (Abenfo-AM).

O curso teve como objetivo fortalecer o reconhecimento precoce, o manejo oportuno e o trabalho em equipe frente a uma das principais causas evitáveis de mortalidade materna. A capacitação contribui para a qualificação da assistência obstétrica e a segurança das gestantes e puérperas atendidas na rede estadual de saúde.

Durante a capacitação, foram apresentadas as novas diretrizes internacionais, publicadas no fim de 2025 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (Figo) e pela Federação Internacional de Parteiras, com foco em práticas baseadas em evidências e protocolos atualizados para a prevenção e o tratamento da hemorragia pós-parto.

Referência em urgência e emergência obstétrica no Amazonas, o IMDL, que fica no Complexo Hospitalar Sul (CHS), desempenha papel estratégico na assistência materna no estado. De acordo com a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, a qualificação contínua das equipes é fundamental para reduzir eventos evitáveis e salvar vidas. “O preparo dos profissionais é essencial para aprimorar a tomada de decisão, a identificação precoce, a prevenção e o manejo oportuno dessa emergência obstétrica, contribuindo para a segurança da assistência durante o parto e o puerpério”, destaca.

Além da abordagem teórica, o curso contou com estações práticas, que incluíram reconhecimento precoce da HPP, manejo clínico com uso de uterotônicos e simulações realísticas, reforçando aspectos como coordenação, comunicação e liderança em cenários de emergência.

Segundo a enfermeira obstétrica e facilitadora do curso, Vitória Vale, a atualização é fundamental para qualificar a resposta das equipes diante de situações críticas. “A hemorragia pós-parto ocorre quando há sangramento acima do esperado, após o parto. Trata-se de uma condição tempo-dependente e potencialmente evitável quando reconhecida precocemente e conduzida de forma adequada”, explica.

Ela destacou, ainda, que a capacitação aborda mudanças importantes nas condutas, incluindo o uso de medicamentos uterotônicos e estratégias de profilaxia adaptadas à realidade dos serviços de saúde.

A iniciativa integra as estratégias do Complexo Hospitalar Sul voltadas à qualificação permanente das equipes, à segurança do paciente e à redução de eventos evitáveis, reafirmando o compromisso do Instituto da Mulher Dona Lindu com uma assistência obstétrica segura, baseada em evidências e centrada na vida das mulheres.

Avanços

Os avanços na assistência obstétrica da rede estadual de saúde têm se refletido na redução da mortalidade materna no Amazonas. A queda foi de 49,2% em 2024, comparado ao ano anterior.

Segundo a secretária Nayara Maksoud, o resultado é consequência de investimentos contínuos na qualificação da rede, por parte do Governo do Amazonas. “Esse avanço é fruto do fortalecimento da atenção materno-infantil, da ampliação do acesso ao pré-natal, do funcionamento ininterrupto das maternidades e do trabalho das equipes multiprofissionais, que atuam de forma integrada para proteger a vida das mulheres e dos bebês amazonenses”, ressalta.

Foto: Guilherme Fragas / CHS

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