
Matlock coloca a experiência no centro da advocacia
Enquanto mulheres maduras seguem sub-representadas na ficção, a série destaca a maturidade como vantagem competitiva.
O Elas e Eu é um portal de notícias femininas no Brasil e no mundo. Aqui você encontra informação relevante, histórias reais e análises que refletem a vida das mulheres brasileiras. Nosso conteúdo aborda temas atuais, com linguagem clara e acessível.

Enquanto mulheres maduras seguem sub-representadas na ficção, a série destaca a maturidade como vantagem competitiva.

A ação fortalece a rede de atendimento e qualifica a assistência às vítimas de violência sexual no Amazonas.

Produção sueca utiliza o figurino como recurso narrativo para retratar autoestima, autonomia e a ruptura com a invisibilidade social.

A autora de Persépolis impactou a própria história em um manifesto mundial pela liberdade feminina e contra as imposições que limitam a autonomia das mulheres.

A Lei nº 20.374/2026, reconhecendo oficialmente a doença como um problema de saúde pública.

Escritora norte-americana transformou o Afrofuturismo em um instrumento de reflexão sobre poder, identidade e resistência.
O Elas & Eu nasceu de uma inquietação daquelas que aceleram o coração e não saem da cabeça. Aquela sensação clara de que precisamos conversar mais, ouvir mais e nos reconhecer umas nas outras. Foi assim que Maíra Pessoa, jornalista, idealista e apaixonada por boas histórias, decidiu transformar o desejo de ver mulheres mais unidas em algo concreto.
O primeiro passo foi o Instagram, escolhido como um espaço de encontro, troca e identificação, onde as conversas acontecem de forma leve e próxima. Com o passar do tempo, o projeto cresceu e se expandiu para um portal que reúne ideias, conteúdos e provocações positivas, por meio de matérias e artigos do universo feminino, pensados para estimular a reflexão, fortalecer vínculos e inspirar movimentos reais na vida das mulheres.
Idealizado em 2024, o Elas & Eu ainda dava seus primeiros passos. Foi em 2025, com a chegada de novas mulheres ao projeto, Shailla, Bianca e Patrícia, das áreas de design e publicidade, que as ideias ganharam forma, clareza e identidade.

Especialistas já observam um aumento de casos relacionados à chamada “dismorfia da selfie”, condição marcada pela insatisfação constante com a própria imagem.

Essa habilidade também ganhou espaço no ambiente profissional. Empresas têm investido em práticas que estimulam conversas transparentes e relações mais colaborativas.

Libertar-se da culpa não significa abandonar responsabilidades. Significa reconhecer limites, acolher a própria história e compreender que perfeição não é sinônimo de valor.

Sem perceber, carregamos dores e conflitos não resolvidos das gerações anteriores como se fossem uma herança invisível.

Compartilhar e incentivar o autocuidado nas conversas entre mulheres promove uma rede de apoio focada para o bem-estar.

Compreender a inteligência emocional como uma habilidade desenvolvida, e não como um talento inato, pode modificar a forma como encaramos os desafios da vida.