Notícias femininas no Brasil e no mundo| Elas e Eu https://elaseeu.com.br/ Portal de notícias femininas no Brasil e no mundo com histórias reais, comportamento, saúde, carreira e empoderamento feminino.. Sun, 12 Jul 2026 00:03:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://elaseeu.com.br/wp-content/uploads/2025/09/favicon-32x32-1.png Notícias femininas no Brasil e no mundo| Elas e Eu https://elaseeu.com.br/ 32 32 Bia Kern capacita mulheres pela construção civil https://elaseeu.com.br/bia-kern-capacita-mulheres-pela-construcao-civil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bia-kern-capacita-mulheres-pela-construcao-civil Wed, 15 Jul 2026 11:41:39 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3440 Instituto criado pela empreendedora já capacitou mais de 10 mil mulheres e abriu caminhos para independência financeira por meio da construção civil.

Instituto criado pela empreendedora já capacitou mais de 10 mil mulheres e abriu caminhos para independência financeira por meio da construção civil.

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Muito antes de fundar o Instituto Mulher em Construção, a gaúcha Bia Kern, nascida em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, aprendeu que a força de uma mulher pode sustentar uma família inteira.

Aos 11 anos, viu a mãe criar sozinha sete filhos em meio às dificuldades financeiras. Aquela realidade moldou seu olhar sobre autonomia e fez nascer a convicção de que a construção civil poderia abrir portas para outras mulheres, e não apenas erguer paredes.

A experiência despertou uma percepção que guiaria sua atuação no futuro. Para ela, a construção civil poderia deixar de ser vista como um espaço exclusivamente masculino e se tornar uma ferramenta de autonomia para mulheres.

Da experiência pessoal à ação coletiva

A partir dessa convicção, Bia Kern fundou o Instituto Mulher em Construção. A iniciativa oferece capacitação técnica para mulheres na área da construção civil e busca ampliar oportunidades de trabalho, geração de renda e empreendedorismo.

Conforme as informações divulgadas pelo próprio instituto, mais de 10 mil mulheres já participaram das formações oferecidas em cerca de 40 cidades brasileiras.

Os resultados vão além da qualificação profissional. Muitas participantes reformaram as próprias casas, conquistaram uma profissão, abriram negócios e passaram a gerar renda.

Dessa forma, o conhecimento técnico tornou-se também um instrumento para fortalecer a independência econômica e ampliar as possibilidades de desenvolvimento pessoal.

Conhecimento que fortalece a independência

A proposta do instituto dialoga com um desafio histórico do mercado de trabalho. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que as mulheres ainda enfrentam barreiras para ocupar diversos setores da economia, especialmente aqueles tradicionalmente associados à mão de obra masculina.

Nesse contexto, iniciativas voltadas à formação profissional contribuem para ampliar a participação feminina em diferentes atividades e reduzir desigualdades de acesso ao emprego e à renda.

A carreira de Bia Kern demonstra como uma experiência marcada por dificuldades pode inspirar soluções coletivas. Ao ensinar mulheres a construir paredes, ela também ajudou milhares delas a reconstruir projetos de vida, fortalecer a autonomia e descobrir que o conhecimento pode abrir portas para novas oportunidades.

Mais do que formar profissionais, a iniciativa evidencia que inclusão, capacitação e independência caminham lado a lado quando encontram espaço para crescer.

 

Fonte: Mulheres em Construção

 

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Françoise Gilot e a arte de desafiar convenções https://elaseeu.com.br/francoise-gilot-e-a-arte-de-desafiar-convencoes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=francoise-gilot-e-a-arte-de-desafiar-convencoes Mon, 13 Jul 2026 16:19:10 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3437 Pintora francesa desafiou expectativas familiares, construiu uma obra reconhecida internacionalmente e deixou uma reflexão sobre coragem e autocrítica.

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Françoise Gilot, pintora francesa que viveu entre 1921 e 2023, implusinou a própria história ao abandonar a faculdade de Direito, escolhida por influência da família, para dedicar a vida às artes.

A decisão marcou o início de uma carreira de mais de sete décadas, reconhecida em alguns dos principais museus do mundo.

Sua carreira também ficou associada a uma frase que resume sua visão sobre maturidade e honestidade intelectual. Para ela, admitir um erro exigia uma grandeza encontrada em poucas pessoas.

Autenticidade

Nascida em Neuilly-sur-Seine, na França, Gilot cresceu entre duas influências distintas. A mãe era artista plástica, enquanto o pai, agrônomo, desejava que a filha seguisse uma profissão tradicional.

Apesar da resistência familiar, ela escolheu a pintura e desenvolveu uma linguagem própria, caracterizada por formas orgânicas, cores vibrantes e referências à mitologia. Ao longo da carreira, produziu cerca de 1.600 pinturas e 3.600 trabalhos em papel, consolidando uma das obras mais expressivas da arte francesa contemporânea.

Reconhecimento que atravessou fronteiras

O talento de Françoise Gilot conquistou reconhecimento internacional. Suas obras passaram a integrar os acervos permanentes do Metropolitan Museum of Art, o MET, e do Museum of Modern Art, o MoMA, ambos em Nova York. Em reconhecimento à sua contribuição para a cultura, ela recebeu a Legião de Honra, a mais alta condecoração concedida pelo governo francês.

A artista viveu 101 anos e permaneceu ativa durante grande parte da vida, mantendo uma produção constante e fiel à própria identidade artística.

Vale destacar a relevância de sua obra, Gilot ficou conhecida pela independência com que conduziu sua trajetória. A frase compartilhada no material enviado sintetiza essa postura. “Mudar de opinião sobre algo é sempre difícil. Acho que as pessoas que têm a grandeza de admitir que estavam erradas podem ser contadas nos dedos de uma mão.”

O pensamento ultrapassa o universo da arte e permanece atual ao lembrar que rever convicções também exige coragem. Sua memória reúne criatividade, autonomia e a disposição de seguir um caminho próprio, mesmo quando isso significa romper expectativas e recomeçar.

 

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Coca-Cola Brasil adere ao pacto contra o feminicídio https://elaseeu.com.br/coca-cola-brasil-adere-ao-pacto-contra-o-feminicidio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=coca-cola-brasil-adere-ao-pacto-contra-o-feminicidio Sun, 12 Jul 2026 11:02:48 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3444 Empresa torna-se a primeira do setor privado a integrar iniciativa federal que busca ampliar ações permanentes de prevenção, acolhimento e enfrentamento à violência contra as mulheres.

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A Coca-Cola Brasil passou a integrar o Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio e tornou-se a primeira empresa privada a aderir oficialmente à iniciativa do Governo Federal.

A participação amplia a atuação do setor empresarial em uma política pública voltada à prevenção da violência de gênero e ao fortalecimento de medidas de proteção às mulheres.

A informação foi divulgada pela Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres.

Ampliação da rede de proteção

Segundo as informações apresentadas, o enfrentamento ao feminicídio não depende apenas do poder público. Empresas, instituições e organizações também exercem influência sobre a rotina de milhões de pessoas e podem contribuir com ações permanentes de informação, prevenção, acolhimento e incentivo à autonomia econômica das mulheres.

Dessa forma, a adesão do setor privado fortalece a construção de ambientes de trabalho mais seguros e amplia a rede de proteção.

O Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio foi lançado pelo Governo Federal para promover a integração entre União, estados, municípios, instituições públicas e organizações da sociedade.

 A proposta busca estimular ações coordenadas de prevenção, assistência às vítimas, responsabilização dos autores e produção de conhecimento sobre a violência contra as mulheres.

Conforme o Ministério das Mulheres, a iniciativa também incentiva parcerias capazes de ampliar o alcance das políticas públicas.

Participação das empresas

Com a entrada da Coca-Cola Brasil, o pacto passa a contar também com a participação direta da iniciativa privada. A expectativa é que a adesão incentive práticas permanentes dentro e fora dos ambientes corporativos, incluindo campanhas educativas, acolhimento de mulheres em situação de violência e engajamento de iniciativas relacionadas à autonomia econômica feminina.

Essas medidas são reconhecidas por organismos internacionais, como a ONU Mulheres, como fatores que reduzem vulnerabilidades e favorecem ciclos de proteção.

A mobilização de diferentes setores reforça que o combate ao feminicídio exige atuação contínua e responsabilidade compartilhada. Quando empresas incorporam políticas voltadas à prevenção da violência e à promoção da igualdade de gênero, ampliam o alcance das ações públicas e ajudam a consolidar uma cultura baseada no respeito aos direitos das mulheres.

A permanência dessas ações tende a impulsionar redes de apoio e a estimular novas adesões em diferentes segmentos da sociedade.

Fontes: Secretaria Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, Ministério das Mulheres e ONU Mulheres.

 

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June Osborne faz de O Conto da Aia um alerta às mulheres https://elaseeu.com.br/june-osborne-faz-de-o-conto-da-aia-um-alerta-as-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=june-osborne-faz-de-o-conto-da-aia-um-alerta-as-mulheres Thu, 09 Jul 2026 15:30:10 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3417 A protagonista de O Conto da Aia reacende um debate sobre controle, liberdade e os direitos das mulheres.

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O Conto da Aia voltou a figurar entre as séries mais assistidas da Netflix e, com isso, recolocou em evidência uma das personagens femininas mais marcantes da televisão. Interpretada por Elisabeth Moss, June Osborne conduz uma narrativa que ultrapassa o suspense e provoca reflexões sobre autonomia, violência institucional e resistência feminina.

A história se passa em Gilead, um regime autoritário criado após uma crise de infertilidade que reorganiza a sociedade sob regras rígidas, especialmente para as mulheres.

Uma protagonista que resiste

Separada da família e submetida ao novo sistema, June transforma a luta pela sobrevivência em um ato permanente de resistência.

No decorrer da trama, ela enfrenta um governo que controla praticamente todos os aspectos da vida feminina, enquanto busca reencontrar as pessoas que ama.

A personagem conquistou reconhecimento justamente por representar a capacidade de resistir diante da opressão, ainda que sob circunstâncias extremas.

Embora a obra seja ficcional, ela dialoga com discussões presentes em diferentes sociedades.

A série é baseada no romance homônimo da escritora canadense Margaret Atwood, publicado em 1985, e explora temas como direitos reprodutivos, desigualdade de gênero, violência sexual e autoritarismo.

Por esse motivo, frequentemente é citada em debates acadêmicos, movimentos sociais e estudos sobre democracia e direitos humanos.

Ficção versus realidade

Organizações internacionais, como a ONU Mulheres, defendem que a igualdade de gênero e a garantia dos direitos das mulheres são pilares para sociedades democráticas e sustentáveis.

A entidade também alerta que retrocessos nesses direitos afetam diretamente a autonomia, a participação política e a segurança feminina.

Nesse contexto, narrativas como a de June ajudam a ampliar o interesse do público por discussões que extrapolam o entretenimento.

O retorno de O Conto da Aia ao ranking da Netflix demonstra que histórias centradas em mulheres continuam mobilizando audiência e reflexão.

Mais do que acompanhar o drama de June Osborne, muitos espectadores encontram na série um convite para pensar sobre liberdade, dignidade e os limites do poder quando direitos fundamentais deixam de ser protegidos.

 

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Bonnie Tyler deixa legado de coragem, autenticidade e perseverança para gerações de mulheres https://elaseeu.com.br/bonnie-tyler-deixa-legado-de-coragem-autenticidade-e-perseveranca-para-geracoes-de-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bonnie-tyler-deixa-legado-de-coragem-autenticidade-e-perseveranca-para-geracoes-de-mulheres Wed, 08 Jul 2026 15:10:47 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3428 Ícone da música internacional, cantora galesa morreu aos 75 anos após mais de cinco décadas de carreira marcada pela superação, por uma voz inconfundível e pela defesa da autenticidade feminina.

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A música internacional perdeu uma de suas vozes mais emblemáticas. Bonnie Tyler morreu na quarta-feira (08/07), aos 75 anos, em um hospital de Portugal, após complicações decorrentes da doença que tratava desde uma cirurgia intestinal de emergência.

O falecimento encerra uma trajetória artística de mais de cinco décadas, construída com talento, perseverança e uma autenticidade que inspirou diferentes gerações de mulheres.

Fechamento mais marcante

Muito além dos sucessos que marcaram a história da música, Bonnie Tyler deixa como herança a coragem de transformar dificuldades em identidade.

Sua voz singular, nascida de um acontecimento inesperado, tornou-se símbolo de autenticidade em uma indústria acostumada a impor padrões.

 A artista mostrou que persistência, talento e confiança na própria essência podem atravessar o tempo e continuar inspirando mulheres a ocuparem seus espaços sem abrir mão de quem realmente são.

Curiosidade

Antes de conquistar reconhecimento mundial, Bonnie Tyler enfrentou a frustração do desempenho discreto de seus primeiros lançamentos e chegou a acreditar que não encontraria espaço na indústria fonográfica.

A persistência, entretanto, mudou completamente

Em 2013, aos 61 anos, representou o Reino Unido no Festival Eurovisão da Canção com a música Believe in Me, demonstrando que experiência e maturidade também têm lugar nos grandes palcos.

Sua carreira reforça que recomeços podem acontecer em qualquer fase da vida e que a idade jamais limitou sua capacidade de seguir escrevendo novos capítulos na música

 

Cris de Jesus

Jornalista em formação | Dançarina | Coreógrafa | Artista |Em constante construção.

 

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Ministério cria rede para fortalecer dados sobre mulheres https://elaseeu.com.br/ministerio-cria-rede-para-fortalecer-dados-sobre-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ministerio-cria-rede-para-fortalecer-dados-sobre-mulheres Mon, 06 Jul 2026 15:37:50 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3431 Nova iniciativa pretende integrar observatórios, ampliar a produção de informações e apoiar políticas públicas voltadas à realidade feminina em todo o país.

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O Ministério das Mulheres lançou a Rede Nacional de Observatórios das Mulheres, iniciativa que reunirá instituições responsáveis por produzir, analisar e divulgar informações sobre a realidade das brasileiras.

A proposta busca fortalecer a articulação entre observatórios já existentes e ampliar a disponibilidade de dados capazes de orientar a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas voltadas às mulheres.

Produção de conhecimento integrada

Segundo as informações divulgadas pelo Ministério das Mulheres, os observatórios reúnem dados sobre temas como violência, saúde, trabalho, renda e participação política feminina. A nova rede pretende integrar essas informações em uma estrutura colaborativa, favorecendo uma leitura mais ampla das desigualdades que afetam mulheres em diferentes regiões do país.

Como resultado, a iniciativa prevê ampliar a produção de dados com abordagem interseccional. Para isso, serão considerados fatores como raça, território, renda e geração, entre outros aspectos que influenciam as diferentes experiências vividas pelas mulheres brasileiras.

Essa perspectiva permite compreender com maior precisão as múltiplas formas de desigualdade e subsidiar respostas mais adequadas do poder público.

Apoio às políticas públicas

Outro objetivo da Rede Nacional de Observatórios das Mulheres é fortalecer a produção de conhecimento sobre as desigualdades enfrentadas pela população feminina e estimular a integração entre instituições que já desenvolvem esse trabalho.

Com informações mais organizadas e compartilhadas, gestores públicos poderão acompanhar indicadores com maior consistência e desenvolver ações alinhadas às necessidades identificadas.

A criação da rede representa um passo para consolidar a produção de evidências sobre a condição das mulheres no Brasil. Quando informações qualificadas orientam decisões públicas, cresce a possibilidade de construir políticas mais eficazes, capazes de responder às diferentes realidades sociais e contribuir para a promoção dos direitos das mulheres em todo o país.

Fonte: Ministério das Mulheres

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L’Oréal amplia investimento global para fortalecer mulheres https://elaseeu.com.br/loreal-amplia-investimento-global-para-fortalecer-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=loreal-amplia-investimento-global-para-fortalecer-mulheres Sat, 04 Jul 2026 17:00:39 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3420 Novo aporte amplia projetos sociais e pretende beneficiar mais 5 milhões de mulheres e meninas até 2030.

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A L’Oréal anunciou a ampliação de seu investimento em iniciativas voltadas às mulheres. Assim, destinou mais € 50 milhões ao Fundo L’Oréal para Mulheres até 2030. Com o novo aporte, o programa alcança € 130 milhões.

Esse valor inclui os € 80 milhões investidos na primeira fase. Além disso, a empresa pretende beneficiar outras 5 milhões de mulheres e meninas até o fim da década.

Desenvolvimento social

Segundo a companhia, os recursos apoiarão projetos de proteção, inclusão social e fortalecimento da autonomia feminina.

Dessa forma, o fundo amplia sua atuação em diferentes países. Além disso, a iniciativa integra uma estratégia corporativa voltada ao desenvolvimento sustentável e ao impacto social de longo prazo.

Durante o anúncio, Helen Pedroso, diretora de Responsabilidade Corporativa e Direitos Humanos da L’Oréal no Brasil, reforçou essa visão. Conforme explicou, o investimento social privado faz parte da estratégia de crescimento da empresa.

Neste sentido, essa atuação contribui para a geração de valor sustentável. Por isso, a executiva defende que responsabilidade social e desenvolvimento econômico devem avançar juntos.

Igualdade de gênero como prioridade

Enquanto empresas ampliam investimentos sociais, organismos internacionais reforçam essa necessidade. Segundo a ONU Mulheres, promover a igualdade de gênero impulsiona o desenvolvimento sustentável. Além disso, a iniciativa reduz desigualdades e amplia oportunidades econômicas para mulheres e meninas.

Da mesma forma, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas reconhecem essa prioridade.

Entre eles, o ODS 5 estabelece metas específicas para alcançar a igualdade de gênero e fortalecer os direitos das mulheres.

Sendo assim, a ampliação do Fundo L’Oréal para Mulheres fortalece uma agenda internacional voltada à equidade. Consequentemente, mais organizações poderão ampliar suas ações.

Milhões de mulheres e meninas poderão acessar novas oportunidades de desenvolvimento. Iniciativas dessa dimensão demonstram que o investimento privado também pode transformar realidades quando prioriza inclusão, proteção e autonomia.

O movimento cria referências para outras empresas e fortalece uma cultura empresarial comprometida com impactos que permanecem por gerações.

Fonte: Forbes Mulher, com dados complementares da ONU Mulheres e da Organização das Nações Unidas.

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Lise Klaveness lidera a reconstrução da seleção da Noruega https://elaseeu.com.br/lise-klaveness-lidera-a-reconstrucao-da-selecao-da-noruega/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=lise-klaveness-lidera-a-reconstrucao-da-selecao-da-noruega Thu, 02 Jul 2026 16:03:11 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3434 Após 28 anos, o retorno a Copa do Mundo também reflete a gestão da primeira mulher a presidir a Federação Norueguesa de Futebol.

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Enquanto os holofotes se voltam para Erling Haaland, principal nome da seleção norueguesa, outro nome ajudou a recolocar o país entre as maiores potências do futebol. Lise Klaveness assumiu a presidência da Federação Norueguesa de Futebol em 2022 e liderou mudanças na formação de jovens atletas.

Como resultado, a Noruega encerrou 28 anos de ausência e garantiu presença na Copa do Mundo de 2026.

Gestão que fortaleceu a base

Advogada e ex-jogadora, Klaveness tornou-se a primeira mulher a comandar a entidade. Desde o início da gestão, priorizou o desenvolvimento das categorias de base e buscou ampliar a eficiência da estrutura esportiva.

Em paralelo, passou a integrar, em abril de 2025, o Comitê Executivo da União das Associações  Europeias de Futebol (UEFA), reforçando sua participação nas decisões do futebol europeu.

Sua experiência vai além da administração esportiva. Antes de assumir a presidência da federação, atuou durante 14 anos como jogadora profissional.

Depois, trabalhou como juíza assistente e também exerceu a função de conselheira do Banco Central da Noruega. Esse percurso reuniu vivências distintas e fortaleceu seu perfil como dirigente.

Influência dentro e fora do futebol

Klaveness também conquistou reconhecimento por defender temas ligados à ética e aos direitos humanos. Ela cobrou reparações para trabalhadores migrantes envolvidos nas obras da Copa do Mundo do Catar.

Da mesma forma, apoiou denúncias apresentadas ao Comitê de Ética da FIFA sobre a conduta do presidente Gianni Infantino durante o Mundial de 2022. Sua atuação ampliou o debate sobre responsabilidade institucional no esporte.

O retorno da seleção norueguesa à Copa do Mundo simboliza mais do que um resultado esportivo. A campanha também evidencia como decisões tomadas na gestão podem influenciar o desempenho dentro de campo.

Assim, a carreira de Lise Klaveness reforça que a liderança feminina ocupa um espaço crescente no futebol e contribui para construir estruturas mais sólidas e representativas.

Fonte: Informações complementadas com dados públicos da Federação Norueguesa de Futebol, UEFA e FIFA.

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Helena Martins amplia faturamento da Japurá Pneus https://elaseeu.com.br/helena-martins-amplia-faturamento-da-japura-pneus/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=helena-martins-amplia-faturamento-da-japura-pneus Tue, 30 Jun 2026 17:00:40 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3398 Da tradição iniciada em uma borracharia nasceu uma liderança que aposta em inovação, tecnologia e autonomia para outras mulheres.

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Alavancar uma empresa familiar em um negócio mais competitivo foi o desafio assumido por Helena Martins aos 26 anos. Integrante da quarta geração da família fundadora da Japurá Pneus, a jovem empresária conduziu um amplo processo de modernização que levou a companhia a ampliar o faturamento em 300% no período de quatro anos, segundo informações divulgadas pela empresa.

Além dos resultados financeiros, sua gestão tem fortalecido a presença feminina em um segmento tradicionalmente masculino, reforçando que liderança, inovação e visão estratégica podem impulsionar o crescimento de empresas nascidas na Amazônia.

A origem do negócio remonta a 1973, quando o avô e o bisavô de Helena abriram uma pequena borracharia na Rua Japurá, no Centro de Manaus. Desde cedo, ela conviveu com a rotina da empresa e decidiu ampliar sua formação antes de assumir responsabilidades na gestão.

Para isso, estudou Administração e Marketing nos Estados Unidos e retornou ao Amazonas com o objetivo de renovar processos sem romper com a identidade construída pela família.

Inovação como estratégia

Ao assumir a liderança, Helena concentrou esforços na reorganização da operação interna. A empresa passou a investir em tecnologia, revisão de processos e desenvolvimento de equipes.

Entre as iniciativas implantadas está a utilização de ferramentas de inteligência artificial em atividades administrativas, além da criação de assistentes virtuais desenvolvidas internamente para tornar o atendimento mais eficiente e personalizado. Segundo a empresária, a tecnologia deve fortalecer o trabalho humano e ampliar a capacidade estratégica das equipes, sem substituir profissionais.

As mudanças também refletiram na cultura organizacional. Conforme a reportagem, o número de lojas e de colaboradores dobrou durante sua gestão. A empresa conquistou ainda a certificação Great Place to Work, reconhecimento internacional concedido a organizações que atendem critérios relacionados ao ambiente de trabalho.

Outro avanço ocorreu na participação feminina, que passou a representar cerca de um terço do quadro de funcionários, enquanto as mulheres se tornaram maioria nas posições de liderança. A certificação é concedida pela organização internacional Great Place to Work, especializada na avaliação de clima organizacional.

Negócios com impacto social

Além da atuação na Japurá Pneus, Helena criou a Oficina Glam, iniciativa voltada ao público feminino que busca tornar o universo automotivo mais acessível. O projeto nasceu após perceber que muitas mulheres enfrentavam insegurança ao procurar serviços para seus veículos.

A plataforma produz conteúdos educativos, orienta consumidoras e prepara o lançamento de um aplicativo que reunirá informações sobre manutenção, documentos, histórico do automóvel e análise de orçamentos por inteligência artificial.

Para Helena Martins, o conhecimento fortalece a autonomia das mulheres e demonstra que grandes negócios também podem surgir na Amazônia, impulsionando inovação, desenvolvimento regional e novas referências de liderança feminina.

Fonte: Portal A Crítica, com complementação de informações provenientes de fontes oficiais.

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Futebol e violência expõem risco crescente para mulheres https://elaseeu.com.br/futebol-e-violencia-expoem-risco-crescente-para-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=futebol-e-violencia-expoem-risco-crescente-para-mulheres Mon, 29 Jun 2026 18:50:28 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3397 Pesquisa revela aumento de agressões em dias de jogos e reforça alerta para o enfrentamento da violência de gênero.

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A Copa do Mundo de Futebol, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá, reacendeu um alerta do Ministério Público de Minas Gerais sobre uma realidade que se repete dentro dos lares.

Estudos apontam que dias de partidas de futebol registram aumento significativo nos casos de violência contra mulheres, sobretudo nas ocorrências de ameaça e lesão corporal dolosa.

O cenário reforça a necessidade de ampliar ações preventivas e mobilizar a sociedade para enfrentar esse problema.

Números que exigem atenção

Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Instituto Avon mostram crescimento de até 25,9% nos registros de lesão corporal dolosa durante partidas realizadas na cidade do clube mandante.

A pesquisa analisou ocorrências registradas entre 2015 e 2018 nas capitais Belo Horizonte, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Além disso, os pesquisadores identificaram aumento de 23,7% nas ameaças e de 20,8% nas lesões corporais dolosas sempre que os times dessas cidades entram em campo.

Diante desse panorama, o Ministério Público de Minas Gerais intensificou a campanha Cartão Vermelho ao Feminicídio, coordenada pelo Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

A iniciativa busca envolver clubes, atletas, torcidas e toda a sociedade na construção de uma cultura de respeito às mulheres e na prevenção da violência de gênero.

Esporte como agente de transformação

A coordenadora do CAO VD, promotora de Justiça Denise Guerzoni, afirma que os números demonstram a necessidade de ampliar o debate sobre masculinidades, respeito e igualdade de gênero também no ambiente esportivo. Segundo ela, a paixão pelo futebol não pode servir como justificativa para comportamentos violentos, enquanto o esporte possui enorme capacidade de mobilização social e pode contribuir para fortalecer valores de convivência e cidadania.

O alerta ganha ainda mais relevância durante competições de grande audiência, quando milhões de pessoas acompanham as partidas. Embora o futebol represente celebração, identidade e integração cultural, especialistas defendem que o enfrentamento à violência doméstica deve caminhar lado a lado com campanhas educativas e políticas públicas permanentes.

O combate à violência contra a mulher depende da responsabilidade coletiva e da compreensão de que nenhuma emoção, rivalidade esportiva ou resultado dentro de campo pode justificar qualquer forma de agressão.

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