Notícias femininas no Brasil e no mundo| Elas e Eu https://elaseeu.com.br/ Portal de notícias femininas no Brasil e no mundo com histórias reais, comportamento, saúde, carreira e empoderamento feminino.. Tue, 26 May 2026 20:11:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://elaseeu.com.br/wp-content/uploads/2025/09/favicon-32x32-1.png Notícias femininas no Brasil e no mundo| Elas e Eu https://elaseeu.com.br/ 32 32 Mulheres da floresta lideram resistência climática https://elaseeu.com.br/mulheres-da-floresta-lideram-resistencia-climatica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mulheres-da-floresta-lideram-resistencia-climatica Tue, 26 May 2026 19:49:24 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3194 Com o tema “As mulheres, os feminismos e a questão climática”, será realizado do dia 3 a 5 de junho o 9º Encontro de Estudos sobre Mulheres da Floresta (Emflor), no auditório do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), em Parintins (distante 369 quilômetros de Manaus). O evento nacional é apoiado pelo Governo do Amazonas, por […]

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Com o tema “As mulheres, os feminismos e a questão climática”, será realizado do dia 3 a 5 de junho o 9º Encontro de Estudos sobre Mulheres da Floresta (Emflor), no auditório do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), em Parintins (distante 369 quilômetros de Manaus). O evento nacional é apoiado pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Amparado pelo Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos (Parev), edital nº 005/2025, o 9º Emflor tem como objetivo central a difusão da ciência e da tecnologia, por meio da divulgação das pesquisas, promovendo debates com foco nos feminismos, nas práticas sociais das mulheres da floresta, seus saberes e ancestralidades, além das questões climáticas e todas as formas de enfrentamento das violências contra a mulher.

A proposta metodológica é interdisciplinar, focando na análise da crise climática, manifestada nas secas e cheias extremas, que impacta desproporcionalmente a vida das mulheres ribeirinhas, indígenas e quilombolas. O congresso busca dar visibilidade a essas realidades, unindo o rigor científico ao saber das comunidades tradicionais.

O congresso é coordenado pela professora Iraildes Caldas Torres, doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Segundo ela, o tema deste ano é constituído num forte apelo dos feminismos e movimentos sociais de mulheres frente às questões climáticas que atingem suas vidas.

“Esta edição responde a um clamor histórico de pesquisadoras locais pela interiorização do debate científico no Baixo Amazonas. O 9º Emflor não é apenas um congresso acadêmico, é um espaço de resistência e construção de políticas públicas que visam a proteção da floresta viva e a dignidade das mulheres que a sustentam”, destacou Iraildes.

Programação

Reunindo estudantes de graduação, pós-graduação, professoras e professores universitários e da educação básica, ativistas de movimentos sociais de mulheres e dos vários ecofeminismos, o evento conta com uma programação diversa.

A abertura contará com a conferência “As mulheres, as ancestralidades e a crise climática”, além de apresentações culturais e coquetel de recepção. Ao longo da programação, serão debatidos temas como economia feminista e sustentabilidade, agroecologia, feminismo artístico, violência de gênero no poder e racismo ambiental.

O congresso também promoverá minicursos sobre ecofeminismo na Amazônia, violência doméstica, empreendedorismo feminino e movimentos de resistência das mulheres, além de grupos de trabalho que abordarão temas como mulheres indígenas, mulheres quilombolas, gênero e trabalho, memória, educação, saúde e expressões poéticas da floresta.

A programação completa pode ser acessada por meio do link: https://www.instagram.com/9emflor?igsh=bWNkcnVuMmcyYWdw

O 9º EMFLOR

Criado em 2009, o Emflor vem se consolidando como um espaço significativo de troca e de debates sobre as pesquisas na temática de gênero e sobre a mulher, produzidas no Brasil, em especial na Amazônia. Organizado pelo Grupo de Estudo, Pesquisa e Observatório Social: Gênero, Política e Poder (Gepos), laboratório vinculado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e à Ufam, o encontro é realizado bianualmente com êxito e sucesso.

O evento recebe ainda o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e de dois importantes programas acadêmicos: os Programas de Pós-Graduação Sociedade e Cultura na Amazônia (PPGSCA) e em Serviço Social e Sustentabilidade na Amazônia (PPGSS).

Apoio institucional

Segundo a coordenadora do evento, a Fapeam é inaugural no Amazonas no apoio ao tema das mulheres e meninas, tanto como autoras e pesquisadoras e também como objeto de estudo e pesquisa. “Este fato é inovador e singular. Em nove edições do Emflor, apenas um não foi financiado pela Fapeam”, pontuou Iraildes Caldas.

Parev

O Parev visa apoiar a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais, nas modalidades presencial, virtual ou híbrida, sediados no estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), tais como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, visando divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

Foto: Divulgação/Fapeam

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Antonia Pellegrino assume a presidência da EBC https://elaseeu.com.br/antonia-pellegrino-assume-ebc-comunicacao-publica-relevancia-alcance/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=antonia-pellegrino-assume-ebc-comunicacao-publica-relevancia-alcance Thu, 23 Apr 2026 09:00:38 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3161 Roteirista, escritora e articuladora cultural, construiu carreira conectando narrativa, política e comunicação.

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Antonia Pellegrino chega ao comando da Empresa Brasil de Comunicação com trajetória consolidada no audiovisual e atuação consistente na gestão pública.

Ao longo dos anos, construiu uma carreira que conecta narrativa, política e comunicação. Assim, esse repertório passa a orientar sua atuação no centro da estratégia institucional.
Desde 2023, esteve à frente da Diretoria de Conteúdo e Programação da EBC. Nesse período, não apenas liderou a reestruturação da TV Brasil, como também reposicionou a grade com foco em diversidade e interesse público.

Ampliou a presença da emissora em um cenário cada vez mais digital e competitivo, fortalecendo sua inserção no debate público.

Do roteiro à estratégia pública

Inicialmente, sua formação no audiovisual se consolidou como base de sua trajetória. Nesse contexto, Antonia atuou como roteirista em cinema e televisão, desenvolvendo projetos voltados à cultura e à identidade brasileira.

Paralelamente, participou de iniciativas ligadas à formulação de políticas públicas para o setor cultural, o que, por sua vez, ampliou sua compreensão sobre o papel do Estado na comunicação.

Consequentemente, essa combinação entre criação e gestão define seu perfil profissional. Mais do que produto, o conteúdo passa a ser compreendido como ferramenta de conexão social e posicionamento institucional.

Comunicação pública como disputa de relevância

Ao mesmo tempo, a indicação, defendida por Sidônio Palmeira, reforça o peso estratégico da nomeação. Diante disso, o desafio se amplia. É preciso fortalecer a comunicação pública em um ambiente marcado pela fragmentação da informação.

Nesse sentido, Antonia parte de uma diretriz clara. Fortalecer a comunicação pública como pilar da democracia. Para isso, busca ampliar alcance, diversificar vozes e, sobretudo, disputar atenção com qualidade editorial e credibilidade.
Trajetória que conecta cultura e política

Além da atuação técnica, sua carreira também se articula com o campo cultural e institucional. Ao longo do tempo, esteve envolvida em projetos que dialogam com políticas culturais e com a valorização da produção nacional. Dessa forma, construiu uma visão integrada entre conteúdo, identidade e interesse público.

Assim, sua trajetória não se limita à criação. Ela incorpora leitura de cenário, articulação institucional e compreensão estratégica da comunicação como ferramenta de impacto social.

Gestão com identidade e direção

Ao assumir a presidência, ela dá continuidade a um processo que já vinha conduzindo, agora com maior poder de decisão. Com isso, a tendência é uma gestão que uni linguagem contemporânea, valorização cultural e estratégia digital.

Portanto, o objetivo se torna direto. Consolidar a EBC como referência de conteúdo público relevante no Brasil. Nesse cenário, Antonia não apenas ocupa o cargo. Ela amplia e redefine o alcance da comunicação pública.

 

 

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Gaslighting e assédio moral aumentam risco de doenças cardíacas em mulheres https://elaseeu.com.br/gaslighting-assedio-moral-saude-mental-risco-cardiovascular-mulheres/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=gaslighting-assedio-moral-saude-mental-risco-cardiovascular-mulheres Wed, 22 Apr 2026 09:24:00 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3156 Esse desgaste contínuo ativa respostas fisiológicas no organismo, como aumento do cortisol e da pressão arterial.

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Durante muito tempo, a saúde cardiovascular feminina foi associada apenas a fatores biológicos. No entanto, cresce a evidência de que experiências emocionais crônicas também impactam diretamente o corpo.

Nesse contexto, o gaslighting e o assédio moral deixam de ser apenas questões psicológicas e passam a ser reconhecidos como fatores de risco relevantes para doenças do coração.

O que está por trás do gaslighting

O gaslighting é uma forma de manipulação psicológica na qual a vítima passa a duvidar da própria percepção, memória e sanidade. Aos poucos, a autoconfiança se desfaz.

Consequentemente, surgem ansiedade, estresse crônico e, em muitos casos, depressão. Esse desgaste contínuo ativa respostas fisiológicas no organismo, como aumento do cortisol e da pressão arterial.

Nesse sentido, quando esse tipo de violência ocorre de forma prolongada, o corpo permanece em estado de alerta. Assim, o sistema cardiovascular sofre impactos diretos, elevando o risco de hipertensão, arritmias e até eventos mais graves, como infarto.

O impacto silencioso na saúde do coração

De acordo com instituições como a Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, fatores psicossociais têm papel significativo no desenvolvimento de doenças cardiovasculares em mulheres. Isso inclui não apenas o estresse cotidiano, mas também situações de abuso emocional e relações tóxicas.

Os estudos apontam que mulheres expostas a altos níveis de estresse emocional têm maior probabilidade de desenvolver doenças cardíacas ao longo da vida. Ainda assim, muitas vezes esses sinais são ignorados ou subdiagnosticados, reforçando um histórico de invisibilidade na saúde feminina.

Por que as mulheres são mais afetadas

Embora o gaslighting possa atingir qualquer pessoa, ele incide com mais frequência sobre mulheres devido a fatores culturais e estruturais. Em muitos contextos, suas emoções são deslegitimadas. Com isso, a violência se naturaliza.

Ao mesmo tempo, fases como menopausa, gestação e variações hormonais já exigem maior atenção à saúde cardiovascular. Quando somadas ao estresse emocional constante, o risco se amplia de forma significativa.

Sinais que não devem ser ignorados

O corpo costuma dar alertas claros, mesmo quando a mente tenta silenciar. Entre os principais sinais estão:

Cansaço extremo sem causa aparente
Palpitações e falta de ar
Dores no peito ou desconforto persistente
Ansiedade constante e sensação de alerta contínuo
Diante disso, ignorar sintomas pode agravar o quadro. Portanto, buscar acompanhamento médico e apoio psicológico não é excesso de cuidado, é estratégia de proteção.

Cuidar da mente também é cuidar do coração

Romper ciclos de violência emocional exige consciência e rede de apoio. Ao mesmo tempo, práticas de autocuidado, terapia e acompanhamento de saúde regular funcionam como barreiras de proteção.

Mais do que um alerta, esse é um convite à escuta. O corpo fala. E, quando a dor emocional se prolonga, ele responde.

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Cláudia Cacho: primeira mulher a alcançar o generalato no Exército Brasileiro https://elaseeu.com.br/claudia-cacho-primeira-mulher-general-exercito-brasileiro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=claudia-cacho-primeira-mulher-general-exercito-brasileiro Mon, 20 Apr 2026 15:40:03 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3150 A promoção ocorreu em cerimônia oficial realizada em Brasília, onde recebeu a espada de general e o bastão de comando.

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A médica Cláudia Lima Gusmão Cacho entrou para a história ao se tornar a primeira mulher a alcançar o posto de general no Exército Brasileiro. Além disso, a promoção ocorreu em cerimônia oficial realizada em Brasília, onde, portanto, recebeu a espada de general e o bastão de comando.

Nesse contexto, a conquista marca um avanço simbólico e institucional em um ambiente historicamente masculino. Ao mesmo tempo, ao assumir o novo posto, Cacho destacou o papel da competência e da autoconfiança na trajetória profissional.

Desta forma , afirmou que responsabilidade não tem gênero e, ainda, incentivou outras mulheres a acreditarem em si mesmas, reconhecendo, inclusive, a emoção do momento como resultado de anos de dedicação.

Carreira construída com mérito e consistência

Natural de Recife, Cláudia Cacho acumula quase três décadas de atuação na Força.

Ao longo da carreira, além disso, consolidou experiência em funções estratégicas na área de saúde militar, bem como reuniu formação e cursos de altos estudos exigidos para progressão na hierarquia.

Por sua vez, a promoção ao generalato segue critérios rigorosos definidos pelo Alto-Comando do Exército, que incluem, por exemplo, tempo de serviço, desempenho profissional e histórico em funções de liderança. Ainda assim, entre os oficiais promovidos na mesma solenidade, ela foi a única mulher.

Novo comando e impacto institucional

Com a ascensão, portanto, Cacho assume a direção do Hospital Militar de Área de Brasília, unidade de referência no atendimento de militares e seus dependentes. Dessa forma, a nomeação amplia a presença feminina em cargos estratégicos e, consequentemente, reforça a importância da diversidade na gestão pública.

A história da general não apenas rompe barreiras, mas também reposiciona o papel das mulheres nas Forças Armadas. Nesse sentido, contribui diretamente para inspirar novas gerações a ocuparem espaços de decisão com base em mérito, preparo e liderança.

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O peso que não é só do corpo https://elaseeu.com.br/conflito-feminino-com-o-peso-e-padroes-esteticos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=conflito-feminino-com-o-peso-e-padroes-esteticos Mon, 20 Apr 2026 10:41:13 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3098 Em uma sociedade que insiste em medir as mulheres em centímetros, o peso não começa no corpo. Ele começa antes. Começa naquele olhar mais crítico no espelho.

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Em uma sociedade que insiste em medir as mulheres em centímetros, o peso não começa no corpo. Ele começa antes. Começa naquele olhar mais crítico no espelho. Na roupa que não veste como antes. E naquele pensamento silencioso que insiste em dizer que você deveria ser diferente.

Desde muito cedo, você aprendeu que precisava caber. Caber no padrão. Caber no elogio. Caber no que esperavam de você. E, mesmo quando ninguém fala nada, essa cobrança continua aí dentro. Como um ruído constante que nunca desliga.

Além disso, eu sei como esse conflito cansa. Porque não é só sobre comida. É sobre culpa. Sobre tentar controlar tudo. Sobre prometer que amanhã vai ser diferente. E, ainda assim, sentir que nunca é suficiente. E isso machuca mais do que qualquer número na balança.

E tem mais. O corpo acaba virando lugar de descarrego. Ansiedade, frustração, exaustão. Tudo vai ficando ali. Só que, em vez de acolher, você se cobra ainda mais. Como se o problema fosse falta de esforço, quando na verdade é excesso de pressão.

Ao mesmo tempo, é preciso lembrar que corpos são plurais. Mudam com o tempo. Mudam com a vida. E está tudo bem querer um objetivo, inclusive um número específico. Mas isso só faz sentido quando vem de escolha, não de imposição. Porque já não cabe mais viver tentando caber em algo que te diminui.

No fim, me responde com honestidade. Esse peso que você carrega hoje é realmente seu ou foi alguém que te ensinou a aceitar como se fosse?

Maíra Pessoa Jornalista| criadora do Elas &Eu |Mulher em Construção. Comunicação que informa, provoca e acolhe.

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Cíntia Chagas em Manaus: comunicação prática para mulheres que querem avançar https://elaseeu.com.br/sintonia-de-mulher-manaus-cintia-chagas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sintonia-de-mulher-manaus-cintia-chagas Fri, 17 Apr 2026 14:34:05 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3145 O evento será realizado no Nova Era Hall – Studio 5 e reúne mulheres interessadas em desenvolvimento pessoal e profissional.

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Manaus recebe, no dia 28 de maio, o treinamento Sintonia de Mulher, conduzido pela comunicadora e influenciadora digital Cíntia Chagas. O evento será realizado no Nova Era Hall – Studio 5 e reúne mulheres interessadas em desenvolvimento pessoal e profissional. A programação inclui conteúdo prático, além de momentos de conexão e networking.

O treinamento Sintonia de Mulher é estruturado em cinco pilares voltados ao desenvolvimento prático. A proposta integra teoria e aplicação em diferentes áreas. No eixo profissional, aborda temas como carreira, negócios, oratória e posicionamento.

Já no campo emocional, trabalha aspectos relacionados ao equilíbrio, à inteligência emocional e à presença. A programação também inclui a saúde como base para a performance. Além disso, contempla o potencial financeiro, com foco em gestão e autonomia.

Comunicação como ferramenta

Nesse contexto, Cíntia Chagas conduz o treinamento principal, com foco em técnicas de comunicação voltadas à clareza, elegância e autoridade. A proposta destaca a comunicação como ferramenta estratégica para posicionamento e ampliação de oportunidades.

Durante o encontro, a palestrante aborda o desenvolvimento da presença a partir de elementos como linguagem, postura e intencionalidade. O conteúdo prioriza prática e consistência, com orientações voltadas ao ganho de segurança e impacto na comunicação.

Além das palestras, o evento inclui momentos de interação entre as participantes, com troca de experiências e networking. A proposta é oferecer direcionamento prático, com aplicação direta no contexto profissional e pessoal.

Quem é Cíntia Chagas

Cíntia Chagas é comunicadora, formada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFM) e referência nacional em oratória e posicionamento. Além disso, reúne mais de 8 milhões de seguidores e mais de 150 mil livros vendidos. Ao longo da carreira, percorre o país treinando profissionais. E, sobretudo, ensina mulheres a ocuparem espaços com clareza, elegância e autoridade.

Quem você vai encontrar

O evento reúne vozes que traduzem experiência em prática.

Cíntia Chagas — Palestrante Nacional

Antes de mais nada, apresenta um método direto. Assim, mostra como a comunicação define o espaço que cada mulher ocupa.

Hellen Belota — Palestrante Local

Ao mesmo tempo, compartilha uma trajetória construída com decisão. Portanto, revela os bastidores reais do empreendedorismo feminino em Manaus.

Gisele Oshiro — Palestrante Local

Além disso, conduz o olhar para o emocional. Nesse sentido, mostra que equilíbrio não é luxo, é base para resultados consistentes.

Rebeca Cavalcante — Palestrante Local

Em seguida, traz ciência para o centro da conversa. Assim, explica como hormônios, corpo e energia impactam performance e decisões.

Roberta Veras — Palestrante Local

Por outro lado, direciona o foco para o financeiro. Portanto, apresenta caminhos práticos para organizar, decidir e multiplicar recursos.

Diana Iamut — Palestrante Local

Por fim, conecta negócios e vida real. Ao mesmo tempo, mostra como liderança, maternidade e resiliência constroem trajetórias sólidas.

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Valentina Tereshkova: o primeiro voo feminino na história espacial https://elaseeu.com.br/valentina-tereshkova-mulher-no-espaco-historia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=valentina-tereshkova-mulher-no-espaco-historia Wed, 15 Apr 2026 11:37:37 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3126 Abriu caminhos concretos para outras mulheres em áreas historicamente desiguais. Hoje, mais de seis décadas depois, seu nome permanece associado a coragem, pioneirismo e mudança estrutural.

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A exploração espacial mudou de eixo em 1963. Naquele ano, Valentina Tereshkova rompeu um limite histórico ao se tornar a primeira mulher astronauta da história a viajar ao espaço. Mais do que tecnologia, seu voo redesenhou símbolos e abriu possibilidades.

Selecionada pelo programa espacial da União Soviética, embarcou na Vostok 6 e permaneceu quase três dias em órbita. Ao longo da missão, completou 48 voltas ao redor da Terra. Ao mesmo tempo, registrou dados relevantes e comprovou que mulheres podiam atuar em condições extremas com a mesma precisão.

Contexto de disputa global

O feito ocorreu durante a Guerra Fria. Nesse cenário, a corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética era também uma disputa de narrativas. Assim, levar a primeira mulher ao espaço teve dimensão política. Ainda assim, o impacto ultrapassou a estratégia e ampliou a presença feminina na ciência e na tecnologia.

Muito além do simbolismo

Antes do espaço, Tereshkova trabalhava em uma fábrica têxtil e praticava paraquedismo. Dessa forma, sua trajetória evidencia como acesso e oportunidade transformam destinos. Depois da missão, seguiu em funções públicas e consolidou seu nome como referência global.

Inspira gerações

Sua missão não foi apenas um marco isolado. Pelo contrário, abriu caminhos concretos para outras mulheres em áreas historicamente desiguais. Hoje, mais de seis décadas depois, seu nome permanece associado a coragem, pioneirismo e mudança estrutural.

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Menopausa sem silêncio, o que muda no corpo e por que falar sobre isso importa https://elaseeu.com.br/menopausa-sem-silencio-mudancas-corpo-mulher/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=menopausa-sem-silencio-mudancas-corpo-mulher Mon, 13 Apr 2026 15:15:16 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3094 Durante muito tempo, a menopausa foi tratada como silêncio. No entanto, o que antes era escondido hoje começa, finalmente, a ser dito em voz mais firme.

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Durante muito tempo, a menopausa foi silenciada. Hoje, começa a ganhar voz. Mesmo assim, muitas mulheres ainda enfrentam essa fase sem informação e sem acolhimento.

A transição não acontece de forma súbita. O climatério inicia mudanças hormonais progressivas. Esse processo afeta o corpo, o humor, o sono e a memória. Também influencia a forma como a mulher se enxerga. Ondas de calor, irritabilidade, insônia e cansaço fazem parte desse contexto.

Ao mesmo tempo, há um peso social relevante. A juventude segue associada ao valor. Com isso, o envelhecimento feminino é visto de forma negativa. Essa lógica distorce percepções e contribui para o isolamento.

Com a redução do estrogênio, surgem transformações físicas. A pele muda, o metabolismo desacelera e a composição corporal se altera. Paralelamente, o impacto emocional se intensifica. Muitas mulheres relatam estranhamento em relação a si mesmas. Isso ocorre porque padrões antigos entram em conflito com a nova fase.

É nesse período também acontece  as  reconstruções. Com acesso à informação e suporte adequado, a mulher compreende o processo. A partir disso, desenvolve uma relação mais consciente com o próprio corpo.

Apesar de ser uma experiência comum, o acesso ao conhecimento ainda é limitado. Muitas mulheres não sabem o que é esperado nesse período. Tampouco identificam o momento certo de buscar ajuda. Como consequência, sintomas podem ser negligenciados.

Nesse cenário, o acompanhamento profissional é estratégico. Intervenções como a terapia hormonal, quando bem indicadas, contribuem para o bem-estar. Além disso, hábitos saudáveis fortalecem a qualidade de vida.

Quando o tema é compartilhado, o impacto se amplia. A troca de experiências rompe ciclos de desinformação. Também fortalece novas formas de viver essa fase.

Por isso, ampliar essa conversa é essencial. Não se trata apenas de sintomas. Envolve autonomia, saúde e continuidade com mais consciência.

Se essa fase é inevitável, por que ainda insistimos em atravessá-la em silêncio?

Maíra Pessoa Jornalista| criadora do Elas &Eu |Mulher em Construção. Comunicação que informa, provoca e acolhe.

 

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George Sand e Chresten Wilson mostram que nenhum espaço é inalcançável https://elaseeu.com.br/george-sand-chresten-wilson-mulheres-que-rompem-limites/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=george-sand-chresten-wilson-mulheres-que-rompem-limites Fri, 10 Apr 2026 10:02:38 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3119 iAinda que o cenário tenha evoluído, a equidade plena segue como desafio. Por isso, reconhecer essas trajetórias é fundamental. Não apenas como inspiração, mas como evidência concreta de que mudanças são possíveis quando há coragem e persistência.

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Primeiramente, é impossível falar de liberdade feminina sem passar por George Sand. Nascida em 1804, na França, ela desafiou normas sociais com coragem. Além disso, adotou um pseudônimo masculino para publicar suas obras, já que o mercado editorial restringia o espaço das mulheres.

Ao mesmo tempo, construiu uma carreira sólida e prolífica, com mais de 60 livros publicados. Entre eles, destaca-se Indiana, romance que critica abertamente a opressão feminina dentro do casamento. Portanto, sua escrita não apenas emocionava, como também questionava estruturas sociais profundamente enraizadas.

Consequentemente, Sand tornou-se uma das primeiras mulheres a viver exclusivamente da escrita, o que, naquela época, representava um feito extraordinário. Assim, sua trajetória consolidou um novo olhar sobre o papel da mulher na literatura e na sociedade.

O avanço feminino na aviação comercial

Por outro lado, nos céus contemporâneos, Chresten Wilson redefine o conceito de comando. Atualmente, ela ocupa a posição de maior senioridade entre cerca de 18 mil pilotos da United Airlines. Dessa forma, tornou-se a primeira mulher a alcançar esse nível dentro da empresa.

Inicialmente, Wilson ingressou como engenheira de voo, atuando em aeronaves como o DC-10. Em seguida, ampliou sua experiência ao pilotar modelos como Boeing 737, Airbus A320, Boeing 747, Boeing 777 e, mais recentemente, o Boeing 787.

No entanto, apesar desse avanço significativo, os números ainda revelam desigualdade. Em 2024, apenas 7,5% dos pilotos da United eram mulheres. Já no Brasil, segundo a ANAC, esse número cai para cerca de 3,2%.

História que continua abrindo portas

Embora separadas por séculos e áreas distintas, as histórias de George Sand e Chresten Wilson convergem em um ponto essencial. Ambas enfrentaram sistemas que limitavam a presença feminina e, ainda assim, avançaram.

Além disso, suas conquistas não são apenas individuais. Pelo contrário, cada passo dado por elas amplia possibilidades para outras mulheres. Seja na literatura ou na aviação, o impacto se torna coletivo.

Entre conquistas e desafios persistentes

Portanto, ainda que o cenário tenha evoluído, a equidade plena segue como desafio. Por isso, reconhecer essas trajetórias é fundamental. Não apenas como inspiração, mas como evidência concreta de que mudanças são possíveis quando há coragem e persistência.

Ao mesmo tempo, essas narrativas reforçam uma pergunta inevitável. Se tantas barreiras já foram superadas, o que ainda impede que mais mulheres ocupem todos os espaços?

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Indira Gandhi: poder, crise e a mulher que redesenhou a Índia https://elaseeu.com.br/indira-gandhi-poder-crise-e-a-mulher-que-redesenhou-a-india/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=indira-gandhi-poder-crise-e-a-mulher-que-redesenhou-a-india Wed, 08 Apr 2026 14:26:10 +0000 https://elaseeu.com.br/?p=3114 Desde cedo, portanto, compreendeu a lógica política. Filha de Jawaharlal Nehru, primeiro primeiro-ministro da Índia independente e uma das principais lideranças do processo de libertação do domínio britânico, ainda assim construiu autonomia.

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Indira Gandhi nasceu em 1917 e cresceu no centro do poder indiano. Desde cedo, portanto, compreendeu a lógica política. Filha de Jawaharlal Nehru, primeiro primeiro-ministro da Índia independente e uma das principais lideranças do processo de libertação do domínio britânico, ainda assim construiu autonomia.

Em 1966, então, assumiu como primeira-ministra. Logo depois, consolidou autoridade ao nacionalizar bancos e ampliar o papel do Estado. Além disso, rompeu com antigas lideranças do próprio partido, o que fortaleceu seu controle político.

Guerra, força e decisões radicais

Em 1971, por exemplo, liderou a Índia na guerra contra o Paquistão. Como resultado, apoiou a criação de Bangladesh, o que elevou sua popularidade. Ao mesmo tempo, porém, intensificou o poder central.

Em 1974, ainda, supervisionou o primeiro teste nuclear indiano, marcando a entrada do país no cenário atômico.

Contudo, em 1975, decretou o Estado de Emergência. Com isso, suspendeu eleições, censurou a imprensa e prendeu opositores. Ainda assim, manteve influência e retornou ao poder em 1980.

Conflitos internos e legado duradouro

Nos anos finais, por outro lado, enfrentou tensões religiosas e separatistas. Em 1984, então, autorizou a operação militar no Templo Dourado, centro sagrado do sikhismo. Como consequência, a decisão gerou forte reação.

Meses depois, portanto, foi assassinada por seus próprios guarda-costas sikhs. O impacto foi imediato e violento em todo o país. Ainda hoje, sua história divide opiniões.

Seu legado combina força política, nacionalismo e decisões que moldaram a Índia contemporânea.

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